Comentarista: ‘Botafogo fez seu pior primeiro tempo no semestre contra o América-MG’

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Por FogãoNET

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Comentarista: ‘Botafogo fez seu pior primeiro tempo no semestre contra o América-MG’
Vitor Silva/Botafogo

A atuação do Botafogo na derrota para o América-MG por 3 a 0, pela Copa do Brasil, foi para se esquecer. Para o comentarista Francisco Aiello, da Rádio Globo, sobretudo no primeiro tempo o time teve seu pior desempenho na semestre.

– Já vi alguns jogos ruins do Botafogo, por exemplo a estreia no Campeonato Brasileiro contra o Corinthians, o primeiro tempo com o Internacional, o jogo com o Fluminense, mas o primeiro tempo contra o América-MG foi disparado o pior que vi no primeiro semestre. Vou tirar os jogos de Campeonato Carioca porque não tem parâmetro, não dá para comparar ou avaliar. Se fizer uma análise das atuações no Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil, sem medo de errar, esse é pior – avaliou Aiello.

O comentarista apontou a atuação como ruim no aspecto coletivo.

– No jogo com o Avaí, que o Botafogo perde, não fez mau primeiro tempo. Foi mal no segundo. Mas o primeiro tempo contra o América foi terrível, não dá para salvar ninguém. Alivio o Matheus Nascimento, que chutou duas bolas na trave, e o Gatito. Errou demais no sistema defensivo e no meio-campo, tanto na marcação quanto na construção, o que é difícil. Impressionante a trinca Kayque, Patrick de Paula e Chay. O América tinha facilidade grande para criar na frente da área. E o trio defensivo também foi muito mal. Saiu o Philipe Sampaio no intervalo, mas poderia ter ficado, porque a atuação do Kanu foi sofrível – criticou.

Francisco Aiello mostrou preocupação com a sequência do Botafogo.

– Antes do jogo estava ansioso para ver como ia se comportar, porque passou a ser um Botafogo reativo, espera mais o adversário, não dá para ser time com postura ofensiva. O Botafogo está fazendo no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil experiências, tem pouco tempo de trabalho, dificilmente repete times, por lesão, suspensão ou observações. É um direito do Luís Castro, mas isso tem um preço. O time não ganha cara, não tem identidade, o torcedor não sabe escalar – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e Rádio Globo

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