Dirigente: ‘Se eu fosse o John Textor, manteria Jorge Braga no Botafogo’

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Por FogãoNET

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Dirigente: ‘Se eu fosse o John Textor, manteria Jorge Braga no Botafogo’
Vitor Silva/Botafogo

Com a SAF (Sociedade Anônima do Futebol) vendida para o americano John Textor, o Botafogo tem no momento um Comitê de Transição à frente do clube. Quando o empresário assumir, caberá a ele as decisões, como escolha dos profissionais que permanecerá. Uma das dúvidas que existem no processo é sobre o CEO Jorge Braga.

Ele garantiu que permanece no período de transição, mas ficar após a assinatura do contrato depende de John Textor. Para Vinicius Assumpção, manter o CEO seria uma boa.

É achar. Se eu estivesse no lugar do John Textor, ficava com ele. Porque fez belo trabalho. Tivemos três grandes acertos. Primeiro foi contratar empresa especializada para trazer CEO, livre de indicações políticas ou pessoais. Depois a contratação do Jorge Braga, que exerceu liderança necessária. Não foi tudo às mil maravilhas, como acontece também em uma família, há discordância, mas nunca houve não reconhecimento desse processo de reestruturação. A grande virtude dele foi trazer equipe muito boa. Quando faz mudança muito drástica na cultura interna, há percalços, pedras, mas o final é que em apenas um ano conseguimos fazer esse processo de forma muito rápida. O Botafogo precisava ter algo diferente – afirmou Vinicius Assumpção, ao canal “Resenha Alvinegra”.

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O dirigente falou também sobre o processo atual do Botafogo.

– Nós estamos colocando o trem nos trilhos. A partir daí, passa a andar. Pegamos um avião sem turbina em um galpão abandonado. Hoje botamos o avião para fora, reconstruímos esse avião, botamos turbinas novas, pegamos um bom piloto e botamos o avião na pista. Agora estamos ligando os motores, daqui a vou vai decolar e tenho certeza de que poderemos ter futuro brilhante. Tudo que estamos fazendo é para o próprio Botafogo, para que possa voltar a dar alegrias para essa torcida, que é a mais apaixonada do Brasil. Se não tivesse torcida tão fiel e com tanta resistência, não estaríamos com essa possibilidade de fazer upgrade no futebol do Botafogo – elogiou.

– A direção está com os pés no chão. Demos dois passos importantes, aprovação pelos conselheiros e pelos sócios. Agora tem outro processo que é terminar tudo isso, esperamos que seja em no máximo 60 dias. Concluída a assinatura, vem outro aporte. Tem um agora para questões emergenciais, contas, premiações, salários e para dar tranquilidade nesse processo de transição. Temos que ter tranquilidade para superar isso e não atrapalhar o desempenho em campo. Tenho confiança total nos que estão negociando pelo Botafogo, em que está no departamento de futebol do Botafogo, posso dizer que vejo muita capacidade no (Eduardo) Freeland, entende do riscado, foi um grande acerto nosso. Ele precisava fazer também um belo trabalho, entrou no cenário e no mercado. Trouxe uma série de outros profissionais assim. Estamos no caminho, a torcida tem que dar credibilidade aos profissionais. Sei que é muito recente tudo, vão ter alguns problemas, pedrinhas no meio do caminho, é uma mudança de cultura, mas é necessária. Quero voltar a ver o Botafogo na Libertadores e voltar para a arquibancada com a sensação de dever cumprido – finalizou.

Veja o vídeo:

Fonte: Redação FogãoNET e Resenha Alvinegra

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