A Eagle Football Holdings não desistiu. A companhia foi novamente à Justiça e entrou n última quarta com Agravo de Instrumento (recurso na 2ª instância) contestando a decisão da 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro de remover os direito políticos da SAF. A informação é da ESPN.
Além disso, a Eagle – que tem a Ares como principal credora – reclama da nomeação de Durcesio Mello como diretor da SAF, quer o afastamento do ex-presidente e a saída definitiva de John Textor. Um desembargador do desembargador do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) analisará o cargo.
O pedido da holding é anulação da deliberação de 1ª instância ou reformação dos termos, com devolução do direito a voto da Eagle e retirar de Durcesio do cargo, alegando inclusive que John Textor “segue comandando o Botafogo nos bastidores por sua influência” sobre o ex-presidente.
– Caso a gestão temporária continue conduzindo a SAF Botafogo, poderão ser praticados atos de difícil ou impossível reversão. Entre eles, contratação de financiamento DIP [N.R.: Debtor-in-Possession Financing, mecanismo legal que permite a empresas em recuperação judicial obterem capital de giro urgente para manter operações e financiar a reestruturação], alienação de atletas, vinculação de receitas, cessão fiduciária de recebíveis, assunção de obrigações relevantes perante credores, atletas e fornecedores e negociação de acordos estruturais com terceiros – argumentam os advogados da Eagle.