Esportes olímpicos do Botafogo terão de ser autossustentáveis e podem se beneficiar com a SAF

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Por FogãoNET

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Esportes olímpicos do Botafogo terão de ser autossustentáveis e podem se beneficiar com a SAF
Vitor Silva/Botafogo

Enquanto o futebol do Botafogo espera pelos milhões de John Textor com a nova SAF, os esportes olímpicos alvinegros terão de passar por uma readequação de rota. Descolados do modelo de clube-empresa, remo, basquete, polo aquático, entre outros, terão de ser autossustentáveis ainda mais com esta mudança.

Se anteriormente o investimento no basquete gerou rusgas internas por captar recursos que poderiam ir para o futebol, agora cada modalidade terá de buscar apoios. Mas a SAF pode ajudar nisso, por pagar as dívidas mais urgentes e, assim, conseguir a emissão das CNDs que permitem captar verbas por lei de incentivo.

— O planejamento estratégico dos esportes olímpicos será fomentado sob novo contexto, mais responsável, e com as diretrizes de profissionalização que temos adotado. Começa, por exemplo, com as CNDs que teremos, onde poderá haver captação via Lei de Incentivo ao Esporte. Mas tudo ao seu tempo. A prioridade no momento é a conclusão do negócio da SAF — afirmou o presidente do Botafogo, Durcesio Mello, ao “O Globo”.

No remo, o Botafogo conta com o principal atleta brasileiro da modalidade, Lucas Verthein, 12º colocado na Olimpíada de Tóquio e medalhista no Mundial Júnior. Já o basquete, campeão sul-americano em 2019, vai disputar este ano novamente o Campeonato Brasileiro – equivalente à segunda divisão.

Fonte: Redação FogãoNET e O Globo

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