Ex-meia opina sobre Botafogo quase ter tido Loco Abreu e Seedorf juntos: ‘Sinceramente, acho que não daria certo’ 

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Por FogãoNET

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Ex-meia opina sobre Botafogo quase ter tido Loco Abreu e Seedorf juntos: ‘Sinceramente, acho que não daria certo’ 
Wagner Meier/AGIF/Botafogo

Loco Abreu e Seedorf quase foram companheiros no Botafogo. Porém, enquanto o holandês chegava, em julho de 2012, o uruguaio se despedia. A dupla ficou só no imaginário da torcida.

Entretanto, quem jogou com ambos acredita que não seria simples a dupla dar certo junta. É o caso do ex-meia Fellype Gabriel.

– Difícil. Sinceramente, acho que não daria certo. Até porque são dois jogadores com personalidade forte, diferentes. Dentro de campo é outra coisa, mas no vestiário seria bem complicado – opinou Fellype Gabriel, em entrevista ao canal “Resenha com TF”.

Apesar de ter elogiado os dois, quem o ex-jogador mais enalteceu foi Jefferson.

– Cheguei, já tinha o Loco, o Jefferson, um cara extraordinário. Ele é um cara sensacional. Foi fundamental na minha vinda ao Botafogo. Tínhamos treinos de manhã e de tarde em General Severiano, passei nos corredores, procurando uma brecha em um quarto, bati, vi que era o Jefferson, saí. Ele abriu a porta, me chamou para ficar lá. Fui aprendendo com ele. Profissional, segurança, ter um goleiro daqueles dá paz. Trabalhei com bons goleiros, mas igual a ele não. Para mim, foi o melhor que trabalhei. A confiança que passava no dia a dia era muito tranquilo, era difícil errar, passava confiança para nós – contou.

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Identificação com o Botafogo

– Na torcida do Flamengo muita gente gosta de mim, lembra das questões das lesões, sou bem recebido, tiro fotos. Mas realmente a do Botafogo me abraçou de uma forma… Lógico que no primeiro jogo contra o Americano fiz um gol, depois outro contra o Duque de Caxias, mais três gols contra o Vasco. Foram cinco gols em quatro gols, a torcida olhou que voltei diferente e as coisas foram acontecendo.

Chegada

– Fui para o Japão, quando o Oswaldo (de Oliveira) assume, eu estava lá, teve tsunami, fiquei nove meses sem minha família, para mim não tem como ficar longe da esposa e dos filhos. Falei “preciso voltar”, larguei um contrato muito bom, vim, me prometeram a metade, quando cheguei era menos da metade. Fiquei tranquilo, “é trabalhar, confio no meu trabalho, estou bem e a coisas vão acontecer. Mas quando tiver renovação vocês vão ter que me ajudar”. Fiz cinco jgos, chegou proposta dos Emirados Árabes, o Anderson Barros conduziu perfeitamente. Fiz contrato de três anos e meio, renovei e graças as Deus as coisas andaram.

Quase volta

– Tentei voltar ao Botafogo, não sei o que aconteceu, não tinha nem negócio de salário. Foi nessa fase de ida para o Vasco e Carioca no Boavista. Queria voltar. Não aconteceu, fui para os Estados Unidos, falei “deixa eu ficar por aqui mesmo”.

Fonte: Redação FogãoNET e Resenha com TF

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