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Franclim admite mudança de estilo no Botafogo para vencer Corinthians de Fernando Diniz e diz: ‘Prefiro que equipe controle o jogo com a bola’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Franclim admite mudança de estilo no Botafogo para vencer Corinthians de Fernando Diniz e diz: ‘Prefiro que equipe controle o jogo com a bola’
Vitor Silva/Botafogo

Um Botafogo sem tanta posse de bola, mais agressivo, vertical e forte nos contra-ataques. Foi o visto na vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians, no Estádio Nilton Santos, pelo Campeonato Brasileiro. O técnico Franclim Carvalho admitiu que mudou o estilo da equipe por conta das características do adversário.

– Eu já vos disse isso, que eu gosto e prefiro que a equipe controle o jogo com a bola, mas nós não vamos conseguir sempre isso. Ainda para mais contra as equipes do mister Fernando Diniz, que gostam muito de ter a bola. Então nós temos que ser inteligentes a controlar o jogo sem a bola. Não me adianta controlar o jogo com a bola como controlamos a última partida (contra a Chapecoense), porque perdemos e não fomos nós. O que quero é esta agressividade de hoje, esta entrega de hoje, a organização e o foco de hoje, a verticalidade de hoje e depois quero, obviamente, tentar controlar o jogo com a bola. O Villalba jogou naquela posição que nós normalmente temos um homem mais de ligação. O Villa dá muitos esticões, dá muitos sprints, causa muito desgaste na zaga adversária. Nós hoje sabíamos que iríamos ter espaço para explorar isso. Nós não estamos em tempo de querer só controlar o jogo por controlar com a bola. Temos que sim, dentro dessa bola que nós queremos ter, procurar também ter objetividade. Foi o que procuramos hoje. Tivemos menos bola do que gostaríamos. É verdade, mas ganhamos, controlamos o jogo sem a bola e isso é que é importante – destacou Franclim.

O treinador considera fazer variações no time nos próximos jogos de acordo com cada adversário.

– Nós temos uma base estrutural, digamos assim. Obviamente que depois é maleável. Porque eu acho que depende sempre do que o adversário nos traz e nos apresenta. E nós sabemos que esta equipe tem características diferentes com a bola e este adversário tem características diferentes com a bola do que nós normalmente encontramos. Mas nós temos essa base, esse ponto de partida, e depois, claro, com as características individuais de cada jogador nós procuramos fazer coisas diferentes. Eu não posso pedir ao Villalba que ande no espaço interior, como o Montoro, para receber aquela bola de forma orientada e ir para a baliza. Peço ao Villalba para atacar o espaço. Portanto, eu acho que aqui é uma dicotomia muito grande porque são jogadores completamente diferentes. E sim, nós procuramos ter essa adaptabilidade consoante cada adversário, não perdendo a nossa identidade a nossa forma de pensar e o nosso modelo a nossa forma de ser e de estar em campo. Mas parece-me que a análise é muito correta porque hoje fizemos duas ou três coisas diferentes e a análise foi feita de forma atenta – ponderou.

Franclim Carvalho ainda contou o que ficou de lição após a eliminação na Copa do Brasil.

– Para mim, todos os dias são um aprendizado. Eu aprendo todos os dias. E estou rodeado de pessoas que têm muitos anos de futebol e que nós partilhamos ideias todos os dias. Portanto, para mim todos os dias são um aprendizado. Não é só em jogo, também em treino. Também em conversas de gabinete ou reuniões de gabinete. Todos os dias são um aprendizado e todos os momentos são um aprendizado. Eu acho que são duas competições completamente diferentes. Obviamente vocês sabem que nós, nenhuma equipe quer, mas muito menos nós, queríamos ter ficado fora da Copa do Brasil e ainda por cima da forma como foi. Porque como eu disse, e volto a frisar, nós não mostramos a nossa face, a nossa cara. Aquilo não somos nós. E não nos podemos esquecer daquele dia, principalmente daqueles primeiros 45 minutos. Não podemos. Por isso é que eu estou a falar desse assunto hoje abertamente – explicou.

– Mas sabíamos que hoje era um jogo para uma competição completamente diferente. Esta é uma maratona que irá terminar em dezembro. Uma maratona muito longa. Eu procuro não olhar para a tabela neste momento. Porque, sinceramente, diz-me pouco que aquilo está ali muito embrulhado. Não adianta olhar. Adianta sim pensar jogo a jogo. Nós sabíamos que íamos ter um jogo completamente diferente do que tivemos na última partida. Um adversário com características completamente diferentes. Mas nós não podíamos mostrar aquela cara que mostramos na última partida. E tínhamos sim que mostrar a nossa melhor versão. Esta foi a nossa melhor versão em alguns momentos e também não foi a nossa melhor versão em outros momentos. Eu percebo quando diz que foi um primeiro e segundo tempo mais equilibrados. Eu acho que nós hoje, principalmente, fomos maduros. Fomos adultos a jogar. E nós tínhamos molecada lá dentro. Mas fomos adultos. Percebemos o jogo, o que o jogo pedia, o que o jogo exigia. E nós conseguimos dar resposta a isso. Eu acho que essa foi a grande diferença. E aceito quando diz que foi um aprendizado. Foi hoje. Foi no jogo anterior. E há de ser nos próximos. Porque eu ainda tenho muito para aprender. Mas também tenho muito para ensinar, obviamente. Mas aprendo todos os dias. E hoje aprendi mais um pouquinho, obviamente – concluiu.

Fonte: Redação FogãoNET

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