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Jair Ventura admite que errou em frase do Monte Everest no Botafogo: ‘Pedi desculpa’

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Por FogãoNET

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Jair Ventura em Botafogo x Grêmio | Libertadores 2017
Vítor Silva/SSPress/Botafogo

Ex-treinador do Botafogo em 2016 e 2017, Jair Ventura deu entrevista nesta sexta-feira ao jornalista Rica Perrone e respondeu qual  foi seu principal erro no clube. Ele citou uma frase polêmica, que gerou críticas de torcedores. Relembre abaixo:

A gente fala em obrigação. Você já escalou o Monte Everest? Não podemos ter obrigação com uma coisa que nunca aconteceu. O Botafogo nunca foi em dois anos seguidos para a Libertadores. Nunca fui à Lua. Vamos procurar essa classificação, mas sem pressão”, disse Jair, à época.

O técnico voltou a explicar a situação e se desculpou, quando perguntado sobre seus erros no Botafogo.

– Se fala muito de uma declaração minha que ficou polêmica, na verdade só veio à tona depois da minha saída. Quando falaram que tinha obrigação de classificar o Botafogo duas vezes para a Libertadores, o que nunca tinha acontecido, aquilo foi pegando como uma pressão grande no grupo, que era jovem e tinha começado 2017 antes de todo mundo com pré-Libertadores, foi até as quartas da Libertadores, semifinal da Copa do Brasil e estava brigando até o último jogo, por um ponto não classificou de novo no Brasileiro. Para tirar peso do grupo, fiz uma analogia de que não podia ter obrigação de algo que nunca aconteceu. Aí usei analogia do Everest, o cara que nunca subiu chegar no topo uma vez. Tirei do peso do grupo sim, mas acabei assumindo responsabilidade sozinho. Já pedi desculpa, porque parte da torcida ficou chateada, como se eu tivesse falando mal do clube, mas pelo contrário, com o Botafogo tenho carinho gigante, foram dez anos, me formou como treinador e como pessoa. Evoluí muito no dia a dia. Tenho carinho enorme e respeito. Não foi essa a minha intenção, volto a repetir, foi de simplesmente tirar peso do outro grupo. Mas poderia ter feito de outra maneira, sem essa analogia – admitiu Jair Ventura.

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Demitido recentemente do Sport, o treinador contou também por que saiu do Botafogo no fim de 2017.

– Vou ser bem sincero. Primeiro tem que analisar tudo. Eu tinha dez anos de Botafogo, fiz meu primeiro jogo como treinador em 2010, cheguei como estagiário em 2008, em 2009 virei quarto preparador físico, em 2010 viro auxiliar técnico e faço meu primeiro jogo como interino, somos campeões carioca, fui para a Seleção Brasileira sub-17 graças ao Botafogo, em 2012 assumo o sub-20 do Botafogo, em 2013 volto para o profissional e sou demitido, o clube acaba rebaixado em 2014, volto na Série B em 2015, faço mais três jogos como interino e somos campeões, em 2016 sou efetivado, éramos 17º e terminamos em quinto, classificando para a Libertadores, em 2017 foi a confirmação. Fiz 73 jogos no ano. Recebi muitas propostas já em 2016, mas achei que não era o momento. Depois de ter ficado o ano inteiro e não ter largado no meio, comuniquei à diretoria que era momento de cortar o cordão umbilical, ter um novo aprendizado, outro clube, ir para São Paulo, que é a maior metrópole e o dinheiro está lá. Pude trabalhar em dois grandes de São Paulo. Foi uma decisão muito difícil, mas com meu staff achamos melhor vivenciar coisas novas. Com certeza me tornei um profissional melhor, errei, acertei, vivenciei coisas novas. Achei que naquele momento da carreira precisava viver coisas diferentes – acrescentou.

Jair Ventura optou por não responder se voltaria ao Botafogo, por questões éticas.

Seria uma covardia depois de uma eliminação da Copa do Brasil, eu dar declaração sobre isso. Tendo treinador hoje, você sabe como são as redes sociais, falaram em cavada. Prefiro não responder em respeito ao (Marcelo) Chamusca, seria uma situação muito covarde falar qualquer declaração após uma eliminação. Prefiro não falar – completou.

Veja o vídeo do canal do Rica Perrone:

Fonte: Redação FogãoNET e canal do Rica Perrone

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