Jornalista exalta foco de John Textor à base e aposta em ‘renascimento’ do Botafogo: ‘Pode ser uma potência’

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Por FogãoNET

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Jornalista exalta foco de John Textor à base e aposta em ‘renascimento’ do Botafogo: ‘Pode ser uma potência’
Vitor Silva/Botafogo

O foco de John Textor nas categorias de base e no desenvolvimento de talentos pode fazer o Botafogo se tornar uma grande potência do futebol brasileiro a médio prazo. É o que acredita o jornalista Alexandre Praetzel, da TNT Sports e da Rádio Bandeirantes, em vídeo no “Yahoo! Esportes”.

– O Botafogo tem uma dívida de R$ 1 bilhão, mas não tem a situação delicada do Cruzeiro, que tem dívidas impagáveis com a Fifa e pode ser rebaixado se não pagá-las, ou então nem inscrever jogadores. Me parece que o Botafogo pode vir a ser uma força muito forte, a ser uma potência, pela história, títulos, patrimônio e torcida. O Botafogo tem tudo para “renascer”, com o símbolo mais bonito da história do futebol mundial – opinou.

Para Praetzel, o investimento que John Textor pretende aportar na base do clube, com forte foco em scouting, análise de dados e captação, vai fazer que o Botafogo não tenha de sofrer com perda de ativos importantes, como foi o caso de Rafael Navarro, que se transferiu de graça para o Palmeiras.

A ideia do Textor num primeiro momento é montar um departamento de scouting muito forte, na lapidação e na busca por novos jogadores lá na base mesmo, com 15, 16 anos, no primeiro contrato profissional, para que o Botafogo depois não fique refém, sem força para uma negociação futura. O Rafael Navarro foi o principal nome, explodiu no Botafogo e na hora de bancar o atleta, o jogador ficou livre no mercado e o Palmeiras o contratou – relembrou.

– Textor já tem isso tudo criado no Crystal Palace, que já é uma realidade na Premier League, clube não briga por títulos, mas sempre faz boas campanhas e tem bons times e elencos. O Botafogo precisa disso, dessa base sustentável e forte, para depois ganhar títulos a médio e longo prazo. Tomara que dê certo, e que não haja aventuras, mas sim gestão, pensando primeiramente na estrutura, crescimento, captação e revelação de atletas – completou Praetzel.

Fonte: Redação FogãoNET e Yahoo! Esportes

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