A GDA Luma deu o primeiro passo concreto como investidora da SAF do Botafogo. Segundo informações do Canal do Manel, a empresa realizou um aporte inicial de US$ 14 milhões, cerca de R$ 72 milhões na cotação atual, marcando o início dos investimentos previstos para o clube.
Parte desses recursos já foi destinada à regularização de compromissos financeiros considerados prioritários, incluindo o pagamento de direitos de imagem em atraso, FGTS e parcelas do Regime Centralizado de Execuções (RCE). A medida representa um importante avanço no processo de reorganização financeira da SAF.
Além disso, de acordo com reportagem de O Globo, o aporte foi decisivo para que o Botafogo permanecesse no Regime Centralizado de Execuções, mecanismo que organiza o pagamento das dívidas trabalhistas do clube.
A publicação informa que a SAF tinha duas parcelas do RCE em atraso e corria o risco de ser excluída do programa caso a terceira parcela, com vencimento em 10 de julho, também deixasse de ser paga. Com a entrada dos recursos, o clube conseguiu regularizar a situação e evitar consequências que poderiam comprometer ainda mais seu processo de recuperação financeira.
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