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Luís Castro elogia estreia de Gustavo Sauer e vê pontos a melhorar no Botafogo após vitória em Brasília: ‘Não podemos abandonar nosso caminho’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Luís Castro elogia estreia de Gustavo Sauer e vê pontos a melhorar no Botafogo após vitória em Brasília: ‘Não podemos abandonar nosso caminho’
Vitor Silva/Botafogo

O técnico Luís Castro elogiou a estreia de Gustavo Sauer, novo camisa 10, na vitória do Botafogo sobre o Ceilândia por 3 a 0 nesta quarta-feira, em Brasília, pela Copa do Brasil. O reforço chegou na segunda-feira, fez apenas dois treinos, e atuou os 90 minutos, e deu a assistência para o segundo gol, de Kanu.

– Já disse que esteve bem. Nós, hoje, no meio defensivo, estivemos a jogar com bola num 4-2-3-1 e, depois, no momento ofensivo dávamos largura máxima com Saravia e Diego, e depois Victor na segunda parte. Nesse movimento, o Sauer vinha para dentro, ele vinha a fazer a posição 10 nas costas do nosso 9, e ficava com os volantes a fazer um quadrado com os dois homens da frente. Trabalhamos em 3-2-5, portanto o Sauer era um jogador que vinha defender com 4-2-3-1 nesses três do lado direito, e depois partíamos para o ataque e vinha a se juntar. Veio a se desgastar. É uma situação nova para ele e para outros jogadores também. Em alguns momentos corremos muito, mas corremos errado – afirmou Castro, em declarações reproduzidas pelo “GE”.

Apesar da grande atuação e do placar elástico, com direito a três bolas na trave, o técnico do Botafogo enxergou pontos a serem ajustados.

– Nós não podemos, em função daquilo que está a acontecer, de pior ou de bom, abandonar o nosso caminho. Nosso caminho é ser fiéis aos princípios ofensivos, defensivos e transições para a equipe em bolas paradas. Em determinados momentos do jogo, nós estávamos a levar o jogo para o caos por uma solução bem simples. Quando, na primeira parte, ultrapassávamos a primeira barreira de pressão do adversário, nós passávamos de forma desenfreada e com velocidade máxima para a baliza, e terminávamos a jogada em três, quatro segundos. É impossível ter um controle de jogo com atitudes destas perante o jogo, e elas acontecerem. Se o jogo pedir isso, de forma constante é impossível. Quero que a equipe tenha a intensidade que o jogo pede – explicou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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