Luís Castro mantém futebol inglês ‘no radar’, mas foca no Botafogo: ‘Não consigo fazer projeções quando aparecem emoções tão grandes como as que vivo hoje’

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Por FogãoNET

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Luís Castro mantém futebol inglês ‘no radar’, mas foca no Botafogo: ‘Não consigo fazer projeções quando aparecem emoções tão grandes como as que vivo hoje’
Vitor Silva/Botafogo

Luís Castro foi escolhido pela Estrela Solitária. Em entrevista à TVI/CNN Portugal neste sábado, após o amistoso do Botafogo diante do Crystal Palace, o treinador foi perguntado sobre as especulações de clubes britânicos em sua contratação, em especial o Rangers, da Escócia, e também sobre a possibilidade de retornar ao seu país natal, mas disse que o foco está totalmente no Glorioso e nas “emoções” que vem sentindo no clube.

– Prever o futuro, no futebol, é muito difícil. Há três ou quatro anos, quando estava no Vitória (de Guimarães), estive para ingressar no futebol inglês. Não aconteceu, por vários motivos. Já esteve muito perto, mas não aconteceu. Vamos continuar a nossa caminhada, tendo o futebol inglês sempre debaixo do nosso olhar, porque é um dos campeonatos mais fortes do mundo. É um futebol que também tem uma paixão muito grande. Está sempre no radar de qualquer treinador, o futebol inglês – afirmou Castro, falando em seguida sobre Portugal:

Um dia vou voltar (a Portugal), mas já tive mais certezas do que tenho hoje. Não sei, o futuro não sei. O meu país atrai muito, mas estou muito focado no Botafogo. Gosto muito do Brasil e do clube onde estou. Não consigo fazer projeções que faço, quando aparecem emoções tão grandes quanto aquelas que vivo hoje.

Castro falou com muito entusiasmo de sua primeira experiência no futebol brasileiro e mostrou mais uma vez estar honrado em defender o Botafogo, um dos clubes mais tradicionais do mundo.

Esta experiência é inesquecível. É um clube de grande prestígio, pelo qual passaram grandes ídolos do futebol mundial, como Garrincha, Didi, Amarildo, Nilton Santos. São grandes referências, e o clube transporta este prestígio pelo mundo fora. Estar à serviço do Botafogo é uma honra grande, ainda por cima no início de um projeto proporcionado pelo John Textor. É um campeonato muito difícil, que nos obriga a estar sempre atentos a tudo o que se passa à nossa volta. Os adversários são de complexidade elevada. É uma experiência boa, mas que requer uma adaptação muito rápida, porque o futebol brasileiro não tem muita paciência – frisou.

Fonte: Redação FogãoNET e TVI/CNN Portugal

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