Sua própria equipe técnica, sem remanescentes, e planos para Botafogo B: Luís Castro detalha ideias

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Por FogãoNET

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Sua própria equipe técnica, sem remanescentes, e planos para Botafogo B: Luís Castro detalha ideias
Vitor Silva/Botafogo

Luís Castro chegou ao Botafogo e não veio sozinho. O treinador foi apresentado oficialmente nesta terça-feira ao lado de Vitor Severino (auxiliar), João Brandão (auxiliar), Daniel Correa (preparador de goleiros), Betinho (preparador físico) e Nuno Baptista (analista de desempenho). Na entrevista coletiva, o português indicou que não terá remanescentes da atual equipe técnica.

Não é surpresa para vocês que um treinador se faz acompanhar de sua equipe técnica. Também não é surpresa que se uma família vai para uma viagem e coloca um elemento que não está adaptado, não vão se sentir confortáveis os dois lados. É isso que passa no futebol. Tenho minha equipe técnica. Algum elemento que já está na equipe integrar minha comissão técnica não ia se sentir bem, assim como minha equipe técnica poderia ficar desconfortável. Não tem a ver com caráter, ser boa ou má pessoa, muitas vezes confundem. Dizem não quis ninguém porque a pessoa não é boa ou é mal profissional, não é isso. No futebol, como na vida, as coisas estão instituídas. Está instituído que chegou minha equipe técnica, não abdico de ninguém. Ema equipe técnica consegue trabalhar uma outra equipe. Se não estivermos coordenados para o desafio no Botafogo, isso ia nos criar dificuldade – afirmou Castro.

O clube ainda não divulgou se haverá mudanças. O que é certo é a formação do Botafogo B, do qual Luís Castro também falou.

A equipe B vamos criar claramente, porque trabalhar diariamente com 40 jogadores não é exequível, não tem qualidade o trabalho. Acredito nos contextos favoráveis para gerar desenvolvimento. Tendo uma equipe B vai nos permitir um olhar atento sobre a equipe B, poder pegar jogadores se destacando e colocar na A, ou fazer outros recuarem um pouco da B para A. Não quer dizer que não tenha qualidade. Futebol de formação é muito complexo. Na equipe B terão mais atenção por parte do treinador no desenvolvimento. A equipe A, além de desenvolver, é rendimento. Temos que ganhar e ponto. Esse equilíbrio entre ter que ganhar e desenvolver é uma das coisas mais complexas do futebol. Não por acaso Cristiano (Ronaldo) no Manchester (United) fazia um grande jogo e no outro (Alex) Ferguson colocava no banco. Porque ele estava no momento de desenvolvimento, havia coisas a aprender – explicou.

Veja o vídeo:

Fonte: Redação FogãoNET e Botafogo TV

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