Marcelo, Kanu, Matheus Nascimento… Freeland fala sobre chegadas, renovações e congela saídas no Botafogo

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Por FogãoNET

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Eduardo Freeland, diretor de futebol do Botafogo
Reprodução/SporTV/Globoplay

Eduardo Freeland, diretor de futebol do Botafogo, bateu um longo papo com os integrantes da “Central do Mercado” no canal do “GE” no YouTube nesta segunda-feira. Falou muito sobre a transição no clube para a chegada de John Textor, mas também abordou outros assuntos, como possíveis chegadas e saídas.

Freeland só não falou de Rafael Carioca e Elkeson, jogadores que o Botafogo negocia. Veja algumas declarações do dirigente alvinegro:

KANU

– Ele tem contrato até o fim do ano, mas qual era a garantia que eu tinha quando faltavam 18 meses para acabar o contrato de que eu teria a perspectiva de ter um aporte financeiro, um outro panorama? Não tínhamos isso. Conversamos sobre renovação, é um jogador muito identificado com o clube, mas ele também tem outros sonhos. Temos discutido o quanto essa mudança para o que pode representar daqui a alguns meses não poderia mexer com jogadores como o Kanu. Estamos migrando de um momento delicado para um em que tendemos a ter uma consistência muito positiva. Poderemos fazer contratos mais ousados e melhores para o Botafogo.

MARCELO, DO REAL MADRID

– É um cara que não tem o que dizer, né? Nível altíssimo, mundial, acabou de ser campeão novamente, obviamente receberíamos de braços abertos. É uma conversa que não mergulhamos internamente. Sonhamos junto com o nosso torcedor, mas concretizar efetivamente e com responsabilidade é daqui a pouco, quando entendermos o conceito do Textor e passar essa transição. Pode ser que aconteça mais à frente.

MATHEUS NASCIMENTO

– Já estamos conversando há quatro meses sobre isso (renovação do contrato, que vai até junho de 2023) e agora com a chegada do investidor talvez facilite essa renovação, porque talvez consigamos adequar a expectativa à realidade.

SAÍDAS DO ELENCO

– Tivemos sondagens, mas enquanto o Textor não der uma direção, congela-se tudo.

RELAÇÃO COM CEO JORGE BRAGA

– Está boa, tivemos divergências normais. Existia uma necessidade no futebol e outra corporativa, tivemos alguns momentos de discussão, os dois queriam o bem para o clube. Estamos com um diálogo muito bom nesse momento e esperamos também o desdobramento dessa transição.

Fonte: Redação FogãoNET e YouTube do GE

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