Mazzuco explica negociações e mantém Ojeda e Matheus Pereira no radar do Botafogo: ‘Para o futuro quem sabe?’

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Por FogãoNET

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Martín Ojeda, atacante do Godoy Cruz
Facebook/Club Godoy Cruz

Diretor de futebol do Botafogo, André Mazzuco deu entrevista coletiva após a apresentação oficial de Tiquinho Soares e tratou de diversos assuntos. Entre eles, as negociações com Ojeda e Mathesu Pereira, jogadores que o clube gostaria de contratar, mas não pôde.

O motivo é que o Godoy Cruz e o Al-Hilal fizeram jogo duro e não aceitaram liberar os jogadores, que seguem no radar do Botafogo.

– Cada vez mais enfrentamos essa realidade nova, vocês também da comunicação, cria-se expectativa gigante e a cada dia uma notícia nova. Encaramos com naturalidade. Optamos por adotar resiliência nessa janela, senão é difícil acompanhar o ciclo. Cada dia sai um nome, às vezes jogadores que não são aqueles. Optamos por ser resilientes, porque tinham muitas negociações em curso, algumas delas mais difíceis. Antes de falar especificamente do Ojeda ou outras situações, é sempre bom lembrar que tem o outro lado, a opção do clube detentor dos direitos. Eu já tinha relação com o Olympiacos, entendo o direito que o clube tem, de liberar ou não, independente se o atleta quer vir ou não. O primeiro passo é ver se o jogador quer vir para o Botafogo, depois a negociação com o clube. O Tiquinho houve essa exigência de atuar, aguardamos os playoffs para Champions e Liga Europa. No caso do Ojeda, o Godoy Cruz não optou por negociação dentro dos termos que tínhamos acordado. Houve uma mudança no rumo da negociação. Somos muito maiores que qualquer negociação para ceder em momentos desnecessários. É um jogador interessante, não sai do circuito, mas o Godoy não queria liberar. Nós que quisemos negociar, mas eles não tinham interesse de liberar quando precisávamos. Para o futuro quem sabe? Temos relação com atleta, agente e clube. Tem coisas que não controlamos, isso tem que ficar claro. não é questão de negociação, quem tem o direito pode optar por sim ou não. O pessoal fala muito da multa, temos que ter cuidado em ser coerentes com o clube. Por isso que nesse momento não concluímos a negociação com o Ojeda por exemplo – explicou Mazzuco, que também esclareceu a situação de Matheus Pereira.

– Matheus Pereira foi comprado por 18 milhões de libras e não tinha possibilidade de o clube negociar. A história partiu de o atleta querer sair do clube, é acima da média e já trabalhou com o Luís Castro, houve uma tentativa de liberação na qual o atleta nos ajudou muito. Não fizemos muito alarde, porque sabíamos que seria difícil. O Al-Hilal faz jogo duro com seus jogadores, como o Michael, que teve outra situações. Não demos um peso porque sabíamos que era distante do que podíamos. Houve desejo do atleta e do clube, é outro nível de jogador. Mas é um contato que temos, desde que haja viabilidade. Não aconteceu porque o clube não tinha possibilidade de fazer – completou.

Fonte: Redação FogãoNET

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