O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro entrou com um recurso pedindo a redução da remuneração dos administradores judiciais da recuperação judicial da SAF do Botafogo, informou o “Blog do Ancelmo Gois”, em “O Globo”.
A promotora Luísa Machado Gonçalves pediu uma nova avaliação da decisão, que fixou em 1,52% do passivo a remuneração – 36 parcelas de R$ 232 mil por mês para cada um dos dois escritórios nomeados, totalizando mais de R$ 16,7 milhões.
O Ministério Público pede a suspensão imediata dos pagamentos ou uma limitação provisória ao teto de R$ 211 mil por mês (R$ 105,5 mil para cada escritório). Caso o pagamento seja mantido em 36 parcelas, há uma solicitação para que o valor global seja reduzido a R$ 7,6 milhões.