Pitacos: Erison vira homem-clássico; Cuesta chega bem no Botafogo; vitória vem com falha de Willian Arão e choro de rival

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Por FogãoNET

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Pitacos: Erison vira homem-clássico; Cuesta chega bem no Botafogo; vitória vem com falha de Willian Arão e choro de rival
Vitor Silva/Botafogo

* Estamos apenas em maio, e Erison já resolveu jogos pelo Botafogo contra Flamengo, Fluminense e Vasco. Novo “homem-clássico”, o El Toro foi novamente decisivo na vitória por 1 a 0 sobre o clube rubro-negro, neste domingo, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Já são quatro gols em clássicos.

* Naturalmente, Erison não foi o único destaque alvinegro na partida. É preciso falar de Gatito Fernández, goleiro que teve manhã espetacular e lembrou seus melhores momentos no Botafogo. Confiante e ágil, o paraguaio passava a impressão que não seria vazado tão cedo. Como não foi. Ótima notícia para o Glorioso.

* Na zaga, os dois zagueiros merecem destaque, mas primeiro vamos falar de Victor Cuesta. Iniciou a jogada do gol e deu um bela passe de calcanhar que quase resultou no segundo, com Diego Gonçalves. Atrás, foi forte, seguro e eficiente. O argentino chegou pronto e bem ao Botafogo. Assim como Kanu fez grande jogo, com foco, determinação e imposição.

* Ganhar do Flamengo é sempre bom. Desta vez, a vitória veio cheio de ingredientes especiais. Como quebrar jejum de três anos, vencer na primeira vez do “Novo Botafogo”, contar com falha de Willian Arão (podia fazer o PIX também hein) e choro injustificável do rival em relação à arbitragem. Teve até Gabigol comemorando com “chororô” seu gol anulado e depois “chorando” na internet após a derrota. Que papelão.

* Menção honrosa também para a torcida do Botafogo. O clube fez certo em bater o pé e não aceitar a inversão de mando. E, em Brasília, o time se sentiu em casa, mesmo só podendo colocar 5 mil torcedores. Valeram muito mais que os 50 mil flamenguistas, cantaram, apoiaram, vibraram e jogaram junto. Não ficaram em silêncio, não foram plateia de teatro.

* Gustavo Sauer ainda está devendo pelo Botafogo. Não acompanha o ritmo físico que se espera de um extremo e tem errado tecnicamente em bolas fáceis. Luís Castro teve muito mérito de perceber ainda no primeiro tempo que deveria trocar. Arriscou e teve resultado. Ponto para o português.

* O Botafogo ganha cara, anima e “está apenas começando”, como bem frisou John Textor. Nada melhor que o embalo de uma vitória em clássico para ajudar.

Fonte: Redação FogãoNET

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