Usamos cookies para anúncios e para melhorar sua experiência. Ao continuar no site você concorda com a Política de Privacidade .
Jogos

Campeonato Brasileiro

18/04/26 às 18:30 - Arena Condá

Escudo Chapecoense
CHA

X

Escudo Botafogo
BOT

Copa Sul-Americana

15/04/26 às 19:00 - El Cilindro

Escudo Racing
RAC

2

X

3

Escudo Botafogo
BOT
Ler a crônica

Campeonato Brasileiro

12/04/26 às 16:00 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

2

X

2

Escudo Coritiba
CTB
Ler a crônica

Rodrigo Capelo vê anúncio em jornal com ‘pouca relevância’, mas alerta Botafogo: ‘Ou alguém põe dinheiro ou processo de falência se avizinha’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Rodrigo Capelo
YouTube/Charla Podcast

A notícia da semana foi que a SAF do Botafogo foi colocada à venda pela administradora Cork Gully LLP em um jornal britânico. O anúncio gerou zoações de rivais e críticas da imprensa, mas foi um mero procedimento burocrático. Como lembrou o jornalista Rodrigo Capelo, em sua coluna no “Estadão“.

Quem sou eu para censurar a diversão alheia, mas, se for para falar sério, devo dizer que o primeiro assunto tem pouca relevância no dia a dia prático. A Cork Gully foi nomeada interventora da Eagle Football Holdings, pela Justiça do Reino Unido, para arrumar o que Textor desarrumou. Todos sabíamos disso. Para colocar ordem na bagunça, a interventora deve renegociar valores e prazos com credores e colocar à venda os ativos que o grupo detinha — Botafogo, Lyon e Molenbeek, os clubes de futebol. Todos também sabíamos disso.

A novidade foi o tal anúncio, publicado na edição da sexta passada (10), no Financial Times. A questão é que o classificado é uma formalidade. A interventora precisa vender ativos, o anúncio serve como aviso ao mercado de que eles estão na prateleira. É o que acontece com toda empresa insolvente na Inglaterra. E a piada pode ter graça, mas está meio mal colocada: quem anunciou foi a Cork Gully, não Textor – salientou Rodrigo Capelo.

A dívida do Botafogo é preocupante

O jornalista especializado em negócios no esporte, no entanto, frisou os problemas da SAF do Botafogo, sobretudo financeiros. Apesar do aumento da receita (R$ 312 milhões em 2023, R$ 607 milhões em 2024, R$ 655 milhões em 2025), a dívida preocupa.

O prejuízo ficou próximo de R$ 300 milhões pelo segundo ano consecutivo. A operação é deficitária. A dívida saltou para inacreditável R$ 1,7 bilhão — já desconsiderando valores relacionados à Eagle e ao Lyon, que estão em disputa. R$ 1,7 bilhão é a dívida a pagar agora e nos próximos anos. Vou te falar: com as próprias pernas, a SAF não consegue. Ou alguém põe dinheiro, ou um processo de falência se avizinha – alertou.

Fonte: Redação FogãoNET e coluna do Rodrigo Capelo (Estadão)

Comentários