O Botafogo viveu um momento de forte instabilidade, teve a saída de John Textor e está no processo de mudança da Eagle para a GDA Luma. Contratado durante a gestão do empresário norte-americano, o técnico Franclim Carvalho negou a situação extracampo afete seu trabalho.
– As pessoas com quem eu falo diariamente são o Léo Coelho, 70 vezes por dia, o Brunno (Noce) do scout, e o Eduardo (Iglesias) não falamos diariamente, mas falamos semanalmente, e o Deive (Bandeira) também. São as pessoas a quem eu reporto, a quem eu recorro quando tenho questões ou quando tenho dúvidas, e que me dão conhecimento da situação. Portanto, para nós internamente não mudou nada – explicou Franclim.
– Até porque eu frisei desde o primeiro dia que cheguei aqui que a nuvem que pairava no ar a nós não podia afetar. Eu acho que os atletas têm dado uma resposta de verdadeiros homens até o dia de hoje, e é isso que nós procuramos e continuamos a procurar, e que assim permanece até o final do tempo. Portanto, para mim, se perguntar diretamente, tem zero interferência, porque o Leo, o Eduardo, o Bruno e o Deive são as pessoas que me reportavam antes e que me reportam agora, exceto o (Alessandro) Brito, que entretanto saiu – lembrou.
O Botafogo já começou a ser gerido pela GDA, que acerta detalhes finais para a compra de 90% das ações da SAF.