O aporte financeiro / empréstimo que possibilitou ao Botafogo o pagamento do transfer ban gerou grande tensão interna. É o que informa o site “GE”. O clube social votou nulo no processo, enquanto o CEO da SAF, Thairo Arruda, optou por deixar o cargo.
Havia necessidade de maioria de votos no Conselho de Administração da SAF do Botafogo, formado por John Textor, Durcesio Mello, Kevin Weston e Jordan Eliott Fiksenbaum.
Estes dois últimos são próximos a John Textor, que obteve a maioria dos votos. No entanto, Durcesio Mello, ex-presidente e representante do associativo, votou nulo. Segundo o “GE”, os motivos foram os juros abusivos e as garantidas dadas aos investidores GDA Luma Capital e Hutton Capital.
Ainda de acordo com o site, há cláusula na qual a dívida pode ser convertida em participação societária na SAF, desde que seja aprovada e assinada pelo presidente João Paulo Magalhães Lins.
O aporte inicial foi de US$ 25 milhões (R$ 130 milhões) e pode chegar a US$ 50 milhões (R$ 260 milhões).