Com um “term sheet vinculante” assinado, Botafogo e GDA Luma têm as bases para uma entrada da empresa no controle da SAF. Contudo, por ora, não há obrigação de compra, mesmo que o clube resolva sua situação acionária. A informação é de “O Globo”.
O jornal informa que a GDA não está “obrigada a concluir a aquisição das ações da SAF”. O documento assinado estabelece condições e determina investimentos. Além disso, prevê que os aportes sejam convertidos em capital, o que pode levar a empresa de Gabriel de Alba a ficar com 90% e o Botafogo com 10%.
Atualmente, estão assinados um empréstimo DIP submetido à recuperação judicial e o term sheet, que não significa contrato definitivo de aquisição e depende de outras etapas. A transferência definitiva ainda precisará ser concluída pelas partes.
O Botafogo tem 51% da SAF, enquanto a Eagle tem os outros 49%. A partir desta quinta-feira, o clube debaterá a emissão de novas ações, o que pode gerar diluição da participação da Eagle. Assim, haveria caminho livre para a entrada de um novo investidor, como a GDA Luma.