Time ideal, defesa e finalizações: veja desafios que o futuro treinador do Botafogo terá pela frente

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Por FogãoNET

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Elenco alvinegro na parada técnica em Sampaio Corrêa x Botafogo | Série B do Campeonato Brasileiro 2021
Reprodução/Premiere

A passagem de Marcelo Chamusca pelo Botafogo chegou ao fim na tarde da última terça-feira. O agora ex-treinador do Alvinegro Carioca não resistiu a sequência de resultados e desempenhos ruins dentro de campo. Dessa forma, o clube está no mercado em busca de um novo nome que possa levar o time da estrela solitária para a Série A do Brasileirão, e o nome de Lisca é o favorito para assumir a equipe. Por isso, o LANCE! separou desafios que o novo comandante terá para obter sucesso em General Severiano.

Inicialmente, o novo treinador terá de encontrar a escalação ideal. Até aqui, pelo menos 25 jogadores já foram utilizados. Já é possível ver que alguns nomes garantiram credenciais no time titular, mas ainda há algumas dúvidas.

Dessa forma, as principais dúvidas do novo treinador já devem se iniciar no gol. Douglas Borges foi titular durante praticamente toda a temporada, mas Diego Loureiro ganhou a posição no último jogo e se destacou – ele, inclusive, defendeu um pênalti de Marcelo Moreno.

Na lateral-direita, Jonathan era o titular absoluto, mas está machucado. Assim, Daniel Borges e Warley disputam a posição, mas nenhum deles se tornou unanimidade. Pelo lado esquerdo, o problema é, possivelmente, o maior. Desde a saída de Paulo Victor, Rafael Carioca e Guilherme Santos brigam pela vaga. Contudo, até o momento, os dois não conseguem imprimir o mesmo ritmo do jovem jogador, que foi negociado para o Internacional.

Do meio para frente a situação parece um pouco mais encaminhada. Três nomes se destacam: Rafael Navarro, Chay e Ronald. O primeiro assumiu a posição desde a saída de Babi e tem correspondido com quatro gols marcados. O segundo virou xodó da torcida e já parece ter vagada carimbada no time titular. Enquanto isso, o terceiro é o motorzinho e um dos mais criativos do elenco, mas ainda sofre com lesões.

Ainda no ataque, Diego Gonçalves começou a ganhar espaço no lado esquerdo sob o comando de Chamusca nos últimos jogos, e Marco Antônio já fez boas atuações pelo meio de campo. O camisa 70, inclusive, é o vice-líder do Botafogo no quesito de assistências para finalização.

Outra questão que precisa ser, pelo menos melhorada, é a qualidade nas finalizações. Até aqui, segundo o site “Footstas”, na média, apenas 39,1% das finalizações do Botafogo encontram a direção do gol adversário. É verdade que a média dos times da Série B é de apenas 35,5%, porém arremates mais “calibrados” à meta adversária aumentam as chances do Alvinegro Carioca balançar as redes.

O Botafogo ainda terá desafios no setor defensivo. Segundo o site “Footstats”, o Alvinegro tem a quarta pior média de gols sofrido por jogo na Série B, com 1,40. O time carioca é superado apenas por CRB (1,45), Brusque (1,56) e Cruzeiro (1,73).

Fonte: Terra

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