Presente no Estádio Nilton Santos, John Textor viu a vitória do Botafogo por 1 a 0 sobre a Chapecoense, nesta terça-feira, pela ida da quinta fase da Copa do Brasil, e teve contato com os jogadores. O lateral-direito Vitinho relatou como foi.
– A gente teve uma conversa breve no vestiário, nada demais, deu parabéns pelo jogo. Ele vai ficar aqui alguns dias, a gente vai conversar mais depois. A importância do Textor aqui é muito grande, ele é a cara do Botafogo, a gente fica feliz quando ele está aí – disse Vitinho.
O jogador elogiou o técnico Franclim Carvalho, que tem três vitórias e dois empates no Botafogo.
– O Franclim é um cara que cobra muito. Não quero falar muito de 2024, mas não muda do que ele cobrava em 2024. Foi isso que ele trouxe de novo, dá para ver como a gente está mais feliz e confiante dentro de campo, como a gente consegue trabalhar mais as jogadas e ter paciência. Era isso que faltava, um treinador que passasse confiança para a gente. A gente está feliz e junto com ele. Estamos trabalhando no dia a dia, ele passando confiança, os resultados estão vindo. Quando ele chegou a gente estava num momento mais ou menos, mas a página virou e agora é seguir positivo para alcançar grandes coisas no final da temporada – pontuou.
Veja outras respostas:
Assistência para Alex Telles
– Acabei de falar com ele, “você nunca mais vai esquecer de mim”. Fico feliz, já tinha feito uma jogada antes que ele não chegou. Depois teve um escanteio, conversamos rápido e ele falou “cruza no segundo pau”. Deu certo. Fico feliz de ajudar lá na frente e o Botafogo ter saído com a vitória.
Vantagem no confronto
– Conversamos antes, o treinador deles falou que o jogo seria diferente. Quando as equipes vêm jogar aqui, esperam mais. Jogar contra equipes de bloco baixo é sempre mais difícil, hoje o espaço estava nas laterais. É claro que a gente queria fazer mais gols, mas o mais importante era a vitória. O Franclim conversa com a gente no dia a dia e fala que a gente tem que ganhar jogos. O jogo foi diferente da partida do Brasileiro, a Chapecoense veio num bloco baixo, é sempre difícil jogar contra times desse jeito. Agora passou, vamos pensar no Brasileiro e depois a gente pensa na Chapecoense.
Sonho de Copa do Mundo na Seleção Brasileira
– Falar de Copa do Mundo é um sonho. Tudo que faço no dia a dia é para isso, é para estar bem no Botafogo e para, se Deus quiser, conseguir uma vaga na lista. É o que venho fazendo dentro de campo, fico feliz pelo meu desempenho.