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Pitacos: Kanu, Gilvan, Oyama, Chay e Ronald têm carregado Botafogo; outros podem render mais

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Blog da Redação

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Pitacos: Kanu, Gilvan, Oyama, Chay e Ronald têm carregado Botafogo; outros podem render mais
Vitor Silva/Botafogo

* É importante no futebol ter uma boa espinha dorsal no time. O Botafogo começa a ter, com metade da equipe jogando em nível interessante. Kanu e Gilvan formam dupla de zaga consistente e firme, sem gracinhas; Luís Oyama é o termômetro do meio-campo; Ronald dá velocidade, dribles e agressividade pela direita; e Chay traz criatividade, habilidade, técnica e qualidade no meio.

* Os cinco, mais uma vez, foram os destaques do Botafogo no triunfo por 1 a 0 sobre o Vitória. Placar magro, conquistado com boa dose de sorte – no gol de Chay e em não sofrer o gol no fim -, mas de suma importância.

* O problema é que um time não é feito só de cinco jogadores. Nas outras posições, todos podem render mais. A começar por Douglas Borges e Rafael Navarro, que merecem ser titulares, até pela falta de opções melhores no banco, mas não estão apresentando tudo que podem. O goleiro dá sustos jogando com os pés, não sai em cruzamentos e rebate bolas demais para a frente. O centroavante é sacrificado pelo esquema, briga e arruma espaços, mas precisa ser mais efetivo e fazer mais gols.

* Os dois, entretanto, não são o maior defeito. Nas laterais, Warley, Daniel Borges, Guilherme Santos e Rafael Carioca não se firmaram. Difícil saber quem deve ser titular. No meio, Pedro Castro é o titular, mas seu nível caiu na Série B em relação ao Campeonato Carioca. A outra vaga é de Diego Gonçalves ou Marco Antônio, dependendo do esquema, mas nenhum deles foi confiável ainda.,

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* Preocupa mais ainda o banco não ter grandes opções. Rafael Moura segue pesado e fora de forma, Ricardinho tem baixo rendimento, Barreto pouco acrescenta, Felipe Ferreira e Matheus Frizzo às vezes produzem algo, mas não são constantes. Outros jogadores nem entram mais, como Marcinho, Rickson e Cesinha, já Carli ainda não jogou, fora Jonathan, Kayque e Romildo voltando de lesão. Parece que a melhor opção no clube para mudar jogos no segundo tempo está no sub-20: Ênio. É que tem mais qualidade, poder de improviso e de construção de jogadas de perigo.

* Há de ressaltar o ótimo desempenho em casa, com três vitórias em três jogos. Mas novamente o Botafogo vai para duas partidas seguidas fora de casa: contra Avaí e CRB. Mais um desafio para Marcelo Chamusca. Primordial pontuar bem para brigar pelo G-4 da Série B, já que até agora o time fez apenas dois pontos em quatro jogos fora do Rio de Janeiro.

Fonte: Redação FogãoNET

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