Textor e Mazzuco terão conversa com Luís Castro para entender situação no Botafogo e projetam mais reforços na segunda janela

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André Mazzuco, Luís Castro e John Textor no Estádio Nilton Santos
Vítor Silva/Botafogo

A atuação do Botafogo contra o Palmeiras e algumas declarações do técnico Luís Castro não passaram despercebidas. Pelo contrário. Dono da SAF do Glorioso, John Textor não gostou do que viu em campo nesta quinta-feira (9/6) no Allianz Parque e agendou uma conversa com o treinador, que também contará com a presença do diretor executivo André Mazzuco.

O objetivo é entender o que está acontecendo no Botafogo, que não vence há quatro jogos e vem de três derrotas consecutivas. A demissão não passa pela cabeça do empresário norte-americano, que justamente procura se situar sobre as declarações do português sobre uma possível troca no comando do Alvinegro na coletiva após a derrota para o Palmeiras por 4 a 0.

– Nada está posto em causa em termos daquilo que é nosso trabalho e do que devemos fazer. Agora, está em causa claramente em termos de resultado. E se os resultados não acontecerem, como não estão acontecendo, sei aquilo que me espera. Sei das minhas responsabilidades. Se você não ganhar, tem que sair e entrar outro em meu lugar. De forma muito frontal, não há nada escondido. O pior da vida é não sermos claros naquilo que fazemos todos os dias – disse Castro em parte da entrevista.

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A declaração pegou Textor de surpresa, pois não há nada que caminhasse para esse sentido. Juntamente com o pífio desempenho no primeiro tempo houve o entendimento que um bate-papo para voltaram à mesma página é necessário.

Fé no projeto e oito reforços na próxima janela

Vale ressaltar também que Textor entendeu que, mesmo tendo fé no projeto, será necessário realizar cerca de oito contratações na próxima janela de transferências. Marçal está fechado, e Zahavi bem encaminhado. Outros seis jogadores podem pintar em General Severiano. É sabido o interesse por apoiadores (Gabriel Pires e De La Cruz), um ponta-direita (Bruno Tabata) e um primeiro volante (Lucas Leiva).

Apesar dos nomes serem opções já conhecidas, outros jogadores podem pintar ou até mesmo ‘furar a fila’. Não se sabe ainda se haverá uma mudança no perfil das contratações.

Inicialmente a ideia era buscar apenas oportunidades de mercado, isso é, jogadores em fim de contrato e que sejam referência em suas posições. Portanto, não há informação ainda se haverá investimentos mais pesados em termos de direitos econômicos.

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