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Criado com torcedores do Fluminense, Bernardinho relembra amor à primeira vista pelo Botafogo no Maracanã: ‘Nunca esqueço os meiões cinzas’

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Bernardinho, torcedor do Botafogo
Reprodução/Instagram | Canal 100

O que você vai ver a seguir é apenas mais um breve relato de um escolhido pela Estrela Solitária. Multicampeão com Seleção Brasileira de vôlei, o técnico Bernardinho contou neste sábado, em uma live com o humorista alvinegro Helio de La Peña, como começou a torcer pelo Botafogo.

Sua família é composta por torcedores do Fluminense, do pai aos irmãos. Mas nada que uma idas ao Maracanã na década de 60, época gloriosa do Botafogo, não resolvesse o curso natural das coisas. Privilegiado, Bernardinho viu nada menos que o timaço que viria conquistar o bicampeonato carioca em 1967-1968 e a Taça Brasil em 1968, que foi reconhecida como Campeonato Brasileiro posteriormente pela CBF.

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– Minha família é toda de tricolores. Meus três irmãos são tricolores e meu pai é tricolor. O marido da minha prima, que era quase primo também, o cunhado dele, o Paulinho, que é médico, botafoguense ilustre, chegou até a trabalhar no Botafogo, um cara muito bacana, já mais coroa hoje, me levava ao Maracanã. Eu tinha seis ou sete anos de idade naquela época de 66/67, e o Botafogo tinha Rogério, Jairzinho, Paulo Cezar Caju, Roberto Miranda, Carlos Roberto, Gerson, Cao… Tinha uma galera! – relembrou.

‘O Botafogo deu um show, a gente só ganhava’

Quando chegava ao Maracanã, Bernardinho se deparava com a torcida do Fogão, grandes craques e uma peça do uniforme que o encantava: os meiões cinzas, que passaram a ser utilizados pelo Botafogo a partir de 1957.

– Enfim, quando eu saía do elevador e abria a porta, eu dava de cara com o campo iluminado com o Botafogo. Eu nunca esqueço uma coisa: os meiões cinzas do Botafogo. Short preto, camisa alvinegra e meião cinza. Aquilo ali bateu, Botafogo deu um show e e aquilo ali… A primeira coisa que pedi depois foi: “Quero um meião cinza para jogar pelada!”. E aí, cara, ali comecei a ser Botafogo, Botafogo… A gente só ganhava, aí, meu irmão… Difícil é fazer isso agora, mas meus filhos são Botafogo (risos) – contou Bernardinho, que perpetuou o amor pelo Glorioso.

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