Carlos Eduardo Sangenetto
14/06/2017
Rio de Janeiro (RJ)

Sassá com a camisa do Botafogo

Ah, sassá, eu pensei que não escreveria tão cedo mais uma linha sobre você desde que o negócio com o Cruzeiro foi sacramentado. Mas me enganei de novo. Faz parte!

Te defendia direto nas “resenhas” com amigos enquanto você esteve afastado no início do ano e sempre fui a favor de ver seu recomeço. Mas rapaz, nessa sua birrinha de insinuar que o Botafogo não é um time grande na chegada a Belo Horizonte, você passou dos limites. Falando nisso, você sabe o que significa limite? Limite não é apenas aquela linha branca pintada no gramado, é também a fronteira que nos guia dos vacilos da vida. E você, sassá, foi um vacilão.

Sassá em treino do Botafogo

Preste atenção, garoto. Foi o Botafogo que te revelou e projetou para o futebol, colaborou com seu desenvolvimento e ainda te ajudou em alguns tropeços. Só de ter a oportunidade de vestir as cores alvinegras honradas por HelenoQuarentinha, Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho Túlio Maravilha já deveria ser motivo de orgulho e maior respeito. Não dá para te entender, sério mesmo, a gente até que tenta.

Mas a explicação pode ser óbvia. Você tem apenas 23 anos, não temos dúvida que te falta maturidade. Ainda há tempo de abrir os olhos e rever a besteira que fez. Jogar bola também é bom. Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão.

Melhore.

Saudações alvinegras.

Sassá no Estádio Nilton Santos