O sócio-proprietário Rafael Mois Kastrup, presidente da torcida Loucos pelo Botafogo, será julgado pelo Botafogo nos próximos dias, em General Severiano, devido ao protesto ocorrido no Aeroporto Santos Dumont, após a eliminação do time na Copa do Brasil para a Aparecidense, em fevereiro.

Um processo disciplinar por “condutas graves” foi aberto porque, segundo o clube, Rafael “participava ativamente da manifestação, desferindo vários socos e tapas na lataria do ônibus da delegação, além de propalar ofensas em altos brados”. Caso seja setenciado, a punição pode variar de três dias a um ano de suspensão.

Presidente da Loucos Pelo Botafogo, Rafael Mois Kastrup protestou com a torcida após eliminação contra AparecidensePROTESTO – Rafael estava presente na manifestação de torcedores no Santos Dumont (Fotos: Reprodução)

Procurado pelo Boletim do C.E,”RMK”, como é conhecido na arquibancada, admitiu que golpeou o veículo, mas disse que a possível punição administrativa trata-se de uma “perseguição política”.

– Eu bati na lateral do ônibus, apenas isso. Foi um protesto normal, mas teve umas pessoas mais exaltadas. Eles querem colocar tudo isso na minha conta, como se eu fosse a pessoa responsável por tudo, inclusive por uma pedra que um cara tacou do lado oposto ao meu. Isso é uma perseguição política para eu perder meu título de sócio. É o interesse deles – afirmou.

Veja abaixo as imagens do protesto no aeroporto: