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Os jogadores vão e vêm… ‘Parceiro apaixonado’, ex-capitão Honda abandona Botafogo antes de iminente naufrágio

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Keisuke Honda pede rescisão de contrato do Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

O 2020 do Botafogo foi uma bagunça? Sim, uma zona. Elenco mal montado, várias trocas de comando técnico, salários atrasados, erros de arbitragem e os resultados dentro de campo culminando para um já esperado rebaixamento. Não faltam motivos para um jogador, por mais profissional que seja, ficar desmotivado em qualquer clube de futebol, principalmente longe da família e encarando as diferenças culturais. Imagine agora que, depois disso tudo, você ainda é avisado que tem uma lesão que o tirará dos gramados por um mês, bem próximo do fim do seu contrato. Isso tudo foi vivenciado por Keisuke Honda, que nesta segunda-feira (28/12) pediu a rescisão do seu vínculo com o Glorioso.

Porém, essa coluna não vai passar a mão na cabeça de Honda. Por mais justificativas que o japonês tenha para dar, sua saída é pela porta dos fundos. Honda chegou contagiado pelos torcedores nas redes sociais e abraçado no aeroporto em fevereiro, disse que se apaixonou pelo clube, no entanto, em um dos piores momentos da instituição no século, pede para sair.

Há exatamente um mês, Honda usou seu perfil no Twitter, após mostrar sua insatisfação com a diretoria com a demissão de Ramón Díaz, para dizer que “não era apenas um funcionário” e sim um parceiro. Que parceria é essa? O Botafogo estendeu a mão para um projeto profissional (disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio), preparou uma recepção com status de ídolo, deu a faixa de capitão do time, comercializou produtos personalizados (até almofada), e é assim que é correspondido? Pedindo o rompimento de um contrato às vésperas de uma iminente queda para a Série B?

Não tem outra palavra para resumir a passagem da Honda pelo Botafogo que não seja decepção, inclusive dentro de campo, onde pouco entregou e foi omisso em alguns casos como líder. Uma parceria dessas o Glorioso não precisa, ainda mais neste momento triste e conturbado. Os jogadores vão e vêm, já dizem as vozes da arquibancada que Honda nem esperou para escutar por uma única vez.

Saudações alvinegras!

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Fonte: Redação FogãoNET

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