Desafio é grande: Enderson volta a dizer que quer ‘alinhar ideias’ para ficar no Botafogo e pede ‘time forte’ já para o Carioca de 2022

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Carlos Eduardo Sangenetto

Carlos Eduardo Sangenetto

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Enderson Moreira no treino do Botafogo em outubro de 2021
Vítor Silva/Botafogo

A questão financeira para renovação de Enderson Moreira com o Botafogo parece já estar resolvida. Os termos, segundo o treinador, já foram pré-estabelecidos na assinatura do contrato. Porém, há pontos em aberto. Pontos esses que Enderson definiu como “alinhamento de ideias” nas últimas entrevistas que concedeu esta semana, para ge.globo e ESPN Brasil.

Que ideias seriam essas? Pelo discurso recente do técnico do Botafogo, já ciente de que o orçamento do clube deve crescer apenas a partir do segundo semestre, por conta das cotas de televisão da Série A do Brasileirão, ele quer uma equipe competitiva já a partir do Campeonato Carioca. Talvez já sabendo da iminente baixa de alguns importantes jogadores titulares do time. Rafael Navarro pode sair para o exterior. Os meio-campistas Marco Antônio e Luis Oyama retornam de empréstimo para Bahia e Mirassol, respectivamente, e devem ser negociados apenas de forma definitiva.

– Espero permanecer. No contrato tem cláusula muito clara, caso tenha acesso, já estão decididas questões financeiras. Estamos decidindo alinhamento de ideias (…) Talvez recurso seja só para o segundo semestre, mas temos o primeiro semestre também. Se ficar aguardando, provavelmente não vai ser o Enderson no Campeonato Brasileiro, porque também tem pressão, somos reféns de resultados. O torcedor quer time que faça jus ao que conquistou na temporada (…) O desafio nosso é encontrar o denominador comum. É claro que entendo que não dá para fazer grandes investimentos, mas precisamos montar um time já, forte, porque a cobrança vai ser muito maior – disse Enderson no programa “Bola da Vez” que foi ao ar na noite deste sábado (4/12).

Ficou bem claro. Enderson quer garantias, qualidade técnica para não ser fritado pela torcida no Estadual. E ele não está errado, mas o desafio é grande para Eduardo Freeland no mercado e para o CEO Jorge Braga, que vai precisar conduzir a parte financeira como nunca. O sarrafo subiu e o Botafogo vai precisar se adaptar à nova realidade.

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Fonte: Redação FogãoNET

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