Chora mais? Nacional se queixa de fogos, caixões e até rua estreita

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Carlos Eduardo Sangenetto
11/08/2017
Rio de Janeiro (RJ)

As lágrimas do Nacional-URU caíram nas arquibancadas do Nilton Santos, mas também respingaram no telefone do líder da delegação uruguaia no Rio de Janeiro durante uma entrevista, nesta sexta-feira, após os atos de vandalismo provocados pelos torcedores tricolores no estádio, após a eliminação para o Botafogo na Libertadores.

Antes de qualquer coisa, vale destacar que o dirigente Guillermo Pena condenou a ação dos vândalos no Setor Sul – foram mais de 200 cadeiras quebradas. No entanto, feito o reconhecimento das “atitudes lamentáveis, deploráveis, rechaçáveis e que não podem acontecer”, não deixou de listar algumas queixas direcionadas à torcida do Fogão ao programa Tirando Paredes, da Rádio 1010.

Torcedores do Botafogo provocam uruguaios do Nacional-URU com caixãoCaixão com símbolo do Nacional-URU foi considerado provocativo por dirigente uruguaio (Foto: Reprodução)

Veja abaixo alguns trechos da entrevista:

  • “Na noite anterior os fogos de artifício nos tiraram da cama do hotel” 
  • “O ambiente era esquisito
  • “Quando o time chegou ao estádio, nos fizeram passar por uma rua estreita com a torcida do Botafogo. Não é a melhor maneira da polícia proteger uma delegação” 
  • “Na arquibancada do Botafogo tinha um caixão com o escudo do Nacional 
  • “A polícia não deixou a nossa torcida sair, isso não pareceu que foi feito da forma correta”

Vamos lá. Reconhecemos que os botafoguenses provocaram um clima “hostil”, que assustou e, claramente, surpreendeu a delegação do Nacional e seus torcedores. O que aconteceu é que os caras além de perderem dentro de campo em Montevidéu e no Rio de Janeiro, caíram legal na pilha…

Choradeira ou há razão na reclamação?
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Saudações alvinegras!

Cadeiras quebradas por torcedores do Nacional, do Uruguai, no jogo contra o Botafogo, pelas oitavas de final da Libertadores, no Nilton SantosCadeiras quebradas por torcedores do Nacional no Nilton Santos (Foto: Carlos Eduardo Sangenetto/FOGÃONET)
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