Usamos cookies para anúncios e para melhorar sua experiência. Ao continuar no site você concorda com a Política de Privacidade .
Jogos

Campeonato Brasileiro

30/05/26 às 17:30 - Casa de Apostas Fonte Nova

Escudo Bahia
BAH

X

Escudo Botafogo
BOT

Copa Sul-Americana

27/05/26 às 19:00 - Olímpico de la UCV

Escudo Caracas
CAR

1

X

3

Escudo Botafogo
BOT
Ler a crônica

Campeonato Brasileiro

23/05/26 às 17:00 - Morumbis

Escudo São Paulo
SAO

1

X

1

Escudo Botafogo
BOT
Ler a crônica

Raphael Rezende enaltece Franclim Carvalho, do Botafogo: ‘Gosto muito. Gosto quando treinador tem coragem’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Raphael Rezende enaltece Franclim Carvalho, do Botafogo: ‘Gosto muito. Gosto quando treinador tem coragem’
Vitor Silva/Botafogo
Siga o FogãoNETno Google Discover

Ex-coordenador de scout do Botafogo, Raphael Rezende trabalhou com Franclim Carvalho, à época auxiliar de Artur Jorge. O profissional rasgou elogios ao treinador alvinegro em entrevista ao “Charla Podcast”.

– Gosto muito. A gente está falando do segundo trabalho dele como profissional e o primeiro relevante, de peso, como treinador principal. Ele tinha uma influência grande. Ele era o número um, o primeiro auxiliar do Artur. Tinha o João Cardoso, espetacular também, o cara que tocava de bolas paradas. A gente fez um sem número de gols de bola parada ao longo da temporada de 2024. Funciona demais. Os últimos campeões brasileiros são os times que mais fazem gol de bola parada, é repertório, desbloqueia jogo pesado. Não pode ser a única arma, mas é poderosíssima – iniciou Raphael Rezende.

– Franclim era muito influente na parte de conteúdo, tanto que estava na rodinha no banco fazendo o desenho do time na final da Libertadores. Acho até que esse desenho, quadrado por dentro, alas espetados, passa por predileção dele, jogo direto, vertical, definição rápida. Está sofrendo com esse desequilíbrio do pós-perda, contra-ataque do adversário. Não é só com ele. Chegou a ser o melhor ataque e a pior defesa do Brasil. Eu não sei exatamente se permanece assim, acho que não. Mas esse equilíbrio é difícil de encontrar quando você tem uma forma de jogar que é muito específica, e eu prefiro que o treinador tenha um jeito de atuar bem marcante, porque ele busca alternativas. O pior dos cenários é quando o treinador fica no meio do caminho. Ele nem coloca em prática aquilo que ele acredita e nem abre mão completamente para atender a desejo do terceiro, expressão de torcida ou do clube, enfim. O meio do caminho é trágico, mas eu gosto quando o treinador tem a coragem. É um time que tem volume, tem produção, é o que mais finaliza. Você vê que a identidade do treinador está colocada no campo, isso é indiscutível. E aí tem que buscar esse equilíbrio – explicou.

Com Franclim Carvalho no comando, o Botafogo enfrenta o Bahia neste sábado, em Salvador, pelo Campeonato Brasileiro.

Fonte: Redação FogãoNET e Charla Podcast

Comentários