Foram mais de três meses de enrolação. Conversas e mais conversas, pedidos atendidos, sinalização positiva, minuta do contrato enviado, desculpas dadas e acabou que os alvinegros ficaram sem um “sim”, nem um “não”. Yaya Touré brincou com o sentimento do torcedor do Botafogo.

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O torcedor do Botafogo que mal conseguiu pular o Carnaval porque não tirava os olhos do celular ávido pela notícia da contratação do cara. O torcedor do Botafogo que fez os “YayaDays” chegarem ao topo do mundo no Twitter. Ninguém imaginava um desfecho tão decepcionante.

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Não dar nem sequer uma resposta final para o Botafogo, alimentar esperanças de dirigentes e semanas depois aparecer em um vídeo de um candidato à presidência do Vasco, se comprometendo a vestir a camisa do rival com quase 38 anos de idade, é ultrapassar a barreira da falta de respeito.

Yaya Touré, como qualquer outro jogador de futebol do planeta, tem todo o direito de não topar jogar no Botafogo. Apesar de ser um imenso prazer e uma honra para muitos, sabemos que há hoje vários motivos para recusar uma proposta de General Severiano. Mas do jeito que foi? Não. Ficou feio demais.

Três Copas do Mundo na bagagem, quase quatro décadas de vida e um comportamento lamentável no fim da carreira. O respeito para o ralo. A Estrela Solitária não era pra ele.

Fonte: Redação FogãoNET