Durou 51 dias, pouco menos de dois meses. Nesta sexta-feira, o presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, excluiu sua conta no Twitter, canal que vinha usando para fazer contato com os torcedores, responder perguntas e às vezes divulgar informações – por exemplo, no julgamento de Carli no TJD-RJ, anunciou a absolvição do zagueiro por uma expulsão no Campeonato Carioca. Mas ultimamente ele vinha recebendo muitas críticas por causa do atual momento do time, na zona de rebaixamento do Brasileiro.

As redes sociais não são novidades para Carlos Eduardo Pereira. Ativo no Facebook, o dirigente, vez por outra, costuma participar de fóruns de debates sobre o Botafogo. Durante o período em que esteve no Twitter, recebeu uma enxurrada de pedidos e sugestões de reforços por parte dos internautas. Alguns ele respondeu que fez sondagens, outros explicou porque a negociação não foi para a frente ou não interessava ao clube, e em outras situações disse ter anotado a sugestão.

Neste período, sua postagem mais polêmica foi uma envolvendo Seedorf, considerado para muitos como um ídolo do Botafogo. Carlos Eduardo Pereira acusou o meia holandês, que defendeu o Alvinegro entre 2012 e 2013, de ter abandonado o clube quando o dinheiro acabou. O craque deixou o time às vésperas da Libertadores de 2014 para ser treinador do Milan, da Itália.

“Seedorf custou quase 20 milhões ao Botafogo em 2013. E abandonou o Botafogo quando viu que o dinheiro tinha acabado” – escreveu.

Fonte: Blog Meio-Campo - Globoesporte.com