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Assumpção volta a criticar Renha, por ser se recusar a ser candidato e ‘unir’ clube

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Na última sexta-feira, 26, se encerraram as inscrições das chapas que disputarão as eleições para a presidência do Botafogo. Como não houve um nome de consenso, diferente das edições passadas, em que poucas foram as opções, quatro candidatos poderão ser votados: Thiago Cesário Alvim, Carlos Eduardo Pereira, Vinicius Assumpção e Marcelo Guimarães.

Às vésperas de encerrar seu segundo mandato, o atual presidente, Maurício Assumpção, avalia de forma positiva a possibilidade de “múltipla escolha”.

“De certa forma, o cenário é parecido em relação às vezes em que disputei a eleição. Agora também havia um nome de consenso entre todas as correntes, que era o Manoel Renha. Ocorreu o mesmo em 2008, mas em nenhuma das duas situações ele efetivou o lançamento de sua candidatura. Naquele ano, aliás, ele foi fazer uma apresentação para investidores que fariam um aporte financeiro no clube, mas, infelizmente, na hora da apresentação ele tirou seu nome como sendo presidente, aparecendo como vice. Os investidores estranharam, porque inicialmente ele seria o candidato. Em 2014 ele também seria um nome que poderia unir todas as correntes do clube. Há algum tempo eu tive reuniões com investidores de peso que deixaram clara a expectativa de que ele fosse o candidato”.

O mandatário criticou e lamentou o fato de seu ex-vice, Manoel Renha, ter negado participação na eleição. Segundo Assumpção, Renha seria capaz de unificar todas as correntes políticas do clube, mas optou por ficar de fora.

“Inclusive, um desses grupos pagou para uma empresa de consultoria fazer um mapeamento da situação do clube e contratou um executivo para fazer esse plano de reestruturação. Isso foi a apresentado a ele, que novamente não aceitou o desafio. Claro que todos nós gostamos das coisas bem planejadas, e nesse caso o planejamento estava pronto. Ele tinha que ter aceitado o desafio de ser presidente do Botafogo. Se aceitasse, duvido que hoje haveria quatro candidatos. Se o Botafogo não tivesse solução, não teria tantos candidatos. Estranho ele dizer que não se lançaria porque precisaria de um planejamento. Esse planejamento está pronto, e a disposição dos investidores era clara e evidente. Também lembro que pouco antes de eu lançar a minha primeira candidatura, o Renha me mandou um e-mail dizendo que eu não fizesse aqui, pois o Botafogo era ingovernável e que eu poderia ser preso. Nada disso aconteceu”.

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