JEFFERSON – 7,0
Não foi tão exigido dessa vez, mas fez uma grande defesa no segundo tempo e secou Fred na cobrança de pênalti. Ídolo.

EDILSON – 6,5
Foi o responsável pelas principais chances do Botafogo no primeiro tempo, em chutes com muita força. Se apresentou bem, voltando a sua posição habitual, a lateral direita.

BOLÍVAR – 7,0
Muito bem no jogo, bloqueou as investidas do Fluminense. Preciso nas antecipações.

ANDRÉ BAHIA – 7,0
Forte nas bolas aéreas e experiente, fez a torcida nem perceber a ausência de Dória. Aliás, pelo jogo de hoje, merece continuar no time.

JUNIOR CÉSAR – 6,5
Soube conter bem os avanços de Bruno e se apresentou bem no ataque.

JULIO CÉSAR – 4,0
Entrou só para cometer o pênalti em Rafael Sobis desperdiçado por Fred.

AIRTON – 7,0
Recebeu cartão amarelo por falta violenta em Jean logo no início do jogo, estava bem nos desarmes, mas depois teve de se segurar um pouco para não ser expulso. Mas teve papel fundamental na vitória e vive boa fase. É um dos mais regulares.

GABRIEL – 5,0
Cometeu pelo menos dois erros na saída de jogo que geraram ataques do Fluminense no primeiro tempo. Não se omite em nenhum momento. Perdeu duas boas chances na etapa final.

DANIEL – 8,5
Melhor em campo. Jovem, foi abusado durante todo o jogo e abriu o caminho para a vitória do Botafogo. Assumiu o papel de protagonista na ausência de Sheik e mostrou que não pode ser reserva nesse time. É o jogador mais técnico desse elenco, junto com Sheik.

ROGÉRIO – 5,5
Entrou para impôr uma correria no fim do jogo, mas teve pouco tempo para mostrar seu futebol.

RAMÍREZ – 5,5
Buscou jogo pelas pontas, se revezando ora pela esquerda, ora pela direita. Ainda precisa de mais ritmo de jogo. Quase deixou o dele logo no início do segundo tempo.

ZEBALLOS – 7,0
Tímido no início, foi se soltando aos poucos. No segundo tempo, demorou a acordar, mas quando estava para ser substituído deu passe açucarado para Daniel marcar o primeiro gol e logo em seguida fez o seu, fechando o placar.

FERREYRA – 7,5
Apesar das claras limitações técnicas, é um atacante que impõe respeito na frente, sabe se posicionar e luta o tempo todo. Não teve muitas chances na bola aérea, sua especialidade, mas deu a assistência para o gol de Zeballos, seu ex-companheiro de Olimpia. Saiu cansado.

BOLATTI – 4,5
Substituiu Ferreyra para dar mais proteção à defesa, mas escolheu as jogadas erradas nos contra-ataques.

VAGNER MANCINI – 7,0
A aposta no trio Zeballos, Daniel e Ferreyra deu certo. Seu time anulou as principais peças do Fluminense e mereceu a vitória em Brasília. Tem mérito por ter sabido controlar a crise, passar confiança aos seus jogadores e montar um time organizado, apesar de não ter peças tão qualificadas no elenco.

Fonte: Redação FogãoNET