A desembargadora Vólia Bomfim Cassar, do TRT da 1ª região, indeferiu o mandado de segurança contra a decisão da Justiça autorizando a penhora de bens pessoais de dirigentes da Companhia Botafogo, referente à ação movida pelo ex-volante Túlio, que cobra cerca de R$ 1,5 milhão. Assim, o presidente Carlos Eduardo Pereira, o vice Nelson Mufarrej e o representante do Conselho Deliberativo Heraldo Lopes de Almeida podem ter seus bens pessoais penhorados a qualquer momento.

A Companhia Botafogo, entretanto, ainda pode renovar o recurso para que seja analisado o mérito da questão, já que o instrumento foi extinto por falha processual (neste caso, falta de procuração). O clube pede a suspensão das penhoras, a inclusão da ação do jogador no Ato Trabalhista e que seja declarada a ausência de responsabilidade dos atuais dirigentes pelo pagamento da execução. As informações são do blog “Bastidores FC”, do Globoesporte.com.

Fonte: Globoesporte.com