Deputado Marcelo Freixo diz que fechamento do Engenhão foi manobra política

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Por FogãoNET

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Usando as redes sociais, o Deputado Estadual do PSOL-RJ, Marcelo Freixo, comentou sobre a interdição do Engenhão, estádio do Botafogo.

“O fechamento do Estádio Engenhão, construído pela Delta, foi uma manobra para viabilizar a privatização do Maracanã, administrada pela Odebrecht”, soltou Freixo.

O Engenhão foi interditado após a prefeitura alegar que falhas na cobertura do estádio poderiam causar o desabamento da estrutura. Uma empresa alemã, a SBP, concluiu que a cobertura poderia cair caso fosse exposta a ventos de mais de 63 km/h. Por isso, então, o próprio prefeito Eduardo Paes determinou o fechamento do estádio.

O Consórcio Engenhão, então, apresentou a Riourbe um projeto de reforma do estádio. Como o espaço ainda estava em seu “prazo de garantia”, o grupo de empresas (formado pela Odebrecht e a OAS) comprometeu-se em consertar o teto por sua própria conta, sem qualquer custo para os cofres públicos.

As empresas nunca divulgaram quanto estão gastando com a obra. Procuradas, disseram que o orçamento está em elaboração.

A construção do Engenhão custou R$ 380 milhões aos cofres públicos. Começou em 2003 e terminou dias antes do início dos Jogos Pan-americanos sediados pelo Rio de Janeiro.

O estádio, aliás, foi a principal obra feita no Rio para o Pan de 2007. Durante o evento, o local recebeu jogos de futebol, além de quase todas as provas do atletismo.

Desde de sua construção, o Engenhão está envolto em polêmica. Inicialmente, a obra deveria custar R$ 60 milhões e seria tocada por um outro grupo de empresas, o Consórcio Racional-Delta-Recoma.

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