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Hungaro cita ‘planejamento perfeito’ e revela apoio de Seedorf por mensagens

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Técnico do Botafogo há pouco mais de dois meses, Eduardo Hungaro é o responsável por comandar a equipe na temporada mais importante deste século, já que marca o retorno alvinegro à Libertadores, competição que o Glorioso não participava desde 1996.

Na conversa de 40 minutos com a reportagem do LANCE!Net, Duda – como é chamado dentro do clube – não deu bola para as críticas recebidas pela campanha irregular no Estadual e afirmou que o planejamento feito pela comissão técnica é perfeito.

Na entrevista, ele fala sobre a transição da base para o profissional, de Oswaldo de Oliveira, Seedorf, da vontade de ficar por mais tempo no Alvinegro, sem deixar de lado o sonho de retornar à Europa. Além da necessidade de reforços para um setor específico.

Confira abaixo a conversa com o técnico do Glorioso:

L!Net: O Botafogo prioriza a Libertadores. Ela é uma obsessão do clube?

R: Diria que é uma prioridade. São 17 anos fora. Torcida, comissão e jogadores buscaram isso. Vivi essa busca pela vaga desde 2012. Dividimos os jogos entre titulares e reservas e acham que o planejamento está errado. Os resultados no Estadual que não estão bons. O planejamento está perfeito.

L!Net: Qual a maior diferença que sentiu na transição?

R: A responsabilidade da função. Profissionalmente, mudou praticamente tudo. Não tem comparação. Deu giro de 360 graus. Na verdade, fui auxiliar, mas minha carreira toda foi como treinador. Por isso, não tive tanta dificuldade.

L!Net: Mantém contato com Oswaldo de Oliveira?

Nos falamos umas três vezes por telefone. É um amigo que fiz. Virei irmão do Luiz Alberto (auxiliar de Oswaldo no Santos e no Botafogo). Oswaldo é uma referência para mim e um grande treinador. Tenho respeito e admiração por ele. Terei cuidado de manter amizade com eles e torço pelo sucesso dos dois.

L!Net: E com Seedorf?

R: Não tive mais contato e ainda não consegui ver jogo inteiro do Milan com ele. Ele está bastante atarefado lá e eu aqui, fica difícil manter contato (risos). Ele manda mensagens antes dos jogos da Libertadores, desejando sorte para mim e para o grupo. É um grande profissional e tínhamos carinho grande um pelo outro.

L!Net: Como foi lidar com tantas perdas no elenco?

Num primeiro momento, você é pego de surpresa. Mas o mercado é assim. É importante o treinador ter a visão que a responsabilidade é treinar. Não gosto de interferir em contratações ou saídas. Temos pessoas competentes para lidar com isso. Foram perdas significativas, mas tenho de ultrapassar isso e procurar solucionar com o que temos aqui.

L!Net: O que projeta para o seu futuro e para o do Botafogo?

Penso em ultrapassar esse primeiro momento, tentar repetir no Estadual os resultados da Libertadores e fazer uma grande temporada. E, quem sabe, renovar por mais uma temporada com o Botafogo, ou seguir a carreira da forma que vinha até essa chance nos profissionais do Botafogo.

L!Net: Você é muito apegado à família. Qual a importância deles nesse momento especial?

Eles são tudo para mim. Tudo que faço é por causa deles. Não sou nada sem minha mulher, filhas, pais, irmãos e neto. É uma família muito especial. Só vivendo o “clã dos Hungaros” para saber. Recarrego minhas energias com eles. Nos amamos e nos respeitamos demais. Não tem briga nem desavença. Isso é fundamental para a função que exerço.

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