O julgamento do caso Botafogo 0 x 1 Palmeiras, no qual o clube alvinegro pede anulação da partida por uso indevido do VAR, acontece neste momento em Salvador. O árbitro Paulo Roberto Alves Júnior insistiu na tese que não apitou o reinício do jogo antes da marcação do polêmico pênalti de Gabriel em Deyverson, porém não convenceu totalmente os auditores.

Além do claro gesto do árbitro mandando o jogo seguir, o áudio do VAR mostra uma conversa que o juiz tem com os auxiliares.

– A regra diz que o jogo tem que ser reiniciado com apito após cartão amarelo ou vermelho. Como o Botafogo cobra rápido, e eu não autorizo com a regra com o apito, já paraliso a partida – alega o árbitro, que falou sobre o gesto feito.

– É só uma sinalização de tiro livre indireto, tenho que levantar o braço para demonstrar que é em dois lances – diz.

O advogado do Botafogo, Anibal Rouxinol, lembrou que o árbitro não apitou para reiniciar o jogo em outros lances de cartão amarelo, como os de João Paulo e Leo Valencia (como o FOGÃONET mostrou), porém o juiz disse “não lembrar” das jogadas.

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Fonte: Redação FogãoNET