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Parabéns para quem? Interdição no Engenhão perto de completar um ano

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No dia 26 de março deste ano, a interdição do Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, situado no Rio de Janeiro, vai completar um ano. Muito tempo e poucos problemas resolvidos. O Consórcio Engenhão, formado pelas empresas OAS e Odebrecht, realiza os reparos na cobertura da arena. Entretanto, o órgão municipal de urbanização fiscalizador da obra, a Rio Urbe, responsabiliza-se a cerca de todos os detalhes e questionamentos sobre a reparação. Inicialmente, segundo a assessoria da instituição pública, o estádio será entregue no final deste ano com todos níveis de segurança restabelecidos.

Engenhão. Foto: Divulgação

Em 2013, o consórcio formado entre OAS e Odebrecht concluiu a construção do Engenhão, abandonada pela construtora Delta, que havia alegado falta de condições financeiras. Na época, foram incluídas cláusulas no contrato, eximindo a responsabilidade das empresas em caso de problemas estruturais. No entanto, conforme foi atestado por comissão técnica especial constituída pela prefeitura, o Consórcio Engenhão está realizando os reparos atualmente. Por meio de uma nota emitida no último ano, as organizações anunciaram que “buscarão por vias jurídicas o ressarcimento das despesas que assumiram”.

Segundo a Rio Urbe, questões jurídicas ainda serão discutidas, no entanto, foi assegurado que a prefeitura não arcará com qualquer tipo de gasto, assim como está fazendo no momento, não causando nenhum prejuízo aos cofres públicos. A assessoria do órgão municipal disse que o Consórcio Engenhão entrará com medidas judiciais cabíveis contra o responsável pelo desenho do projeto da arena, ou seja, o engenheiro Flávio D’Alambert, da empresa Projeto Alpha.

Além disso, de acordo com o órgão, as obras seguem em pleno andamento: o canteiro administrativo, oficina, refeitório e espaço de lazer para os colaboradores estão totalmente implantados; duas das quatro gruas já estão instaladas e os guindastes mobilizados; os refletores foram retirados, assim como as passarelas, luminárias e caixas de som; os elevadores e as escadas de acesso estão montadas; e a próxima etapa será a montagem das torres de escoramento.

Custo da obra não foi divulgado

Quanto ao custo da reparação na cobertura do estádio, que não foi publicado, a assessoria do consórcio afastou a possibilidade de divulgá-lo agora, mas prometeu fazer após o fim da obra. Já a Rio Urbe, disse que o projeto está sendo detalhado e enquanto estiver incompleto, não é possível falar sobre custos finais. Porém, a assessoria do órgão garantiu que solicitará todos os gastos às empresas.

A relação entre Consórcio Engenhão e Prefeitura do Rio, por meio da Rio Urbe, é bastante questionada na situação dos reparos no estádio. As empresas privadas negam-se a falar ou conceder qualquer detalhe a cerca da obra, enquanto que o órgão público fica responsável por esclarecimentos das informações dos reparos. De acordo com a assessoria da instituição municipal, o objetivo dessa “parceria” é atender o interesse público.

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