O Botafogo ainda nutre expectativas sobre a chegada do volante marfinense Yaya Touré, ex-Manchester City e atualmente sem clube. A negociação já chegou quase ao ponto de ser concluída, mas problemas familiares e, agora, a pandemia do novo coronavírus atrasaram a questão. O técnico do Glorioso, Paulo Autuori, aprova o nome do astro africano, apesar de adotar cautela sobre o tema.

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– Sou pragmático, trabalho com a realidade. As torcidas necessitam de nomes, de ídolos, e a vinda do Honda foi surpreendente da maneira como aconteceu. Teve o Seedorf num passado recentíssimo. O clube guarda isso como característica. O Yaya é uma realidade, sim. Não sou sócio do clube do “se”. A situação do Yaya Touré ocorreu e tem a possibilidade de vir. É um nome forte, já é um jogador com idade e a ideia é que possa se autofinanciar. O programa de sócio-torcedor com o Honda proporcionou o clube a pagar alguns salários e poder investir. A ideia é ter um jogador com qualidade, com peso, e que possa render, trazer performance para a equipe – explicou Autuori, em entrevista ao canal do jornalista Napoleão de Almeida.

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Autuori voltou também a abordar o tema volta do futebol após a pandemia, fazendo coro à opinião do Botafogo de que retornar as atividades agora ou em breve é completamente inadequado.

– Nenhum clube está preparado para voltar, o Brasil não está preparado. Futebol é vida, às vezes querem colocar o futebol numa redoma. E temos que preservas as vidas. Por que os testes para a equipe de futebol? Tem que testar vários dias. Você vê jogadores, membros da comissão, são os mais privilegiados, mas e aqueles que trabalham no apoio, em diversas áreas? São muitas pessoas envolvidas. Nós somos a ponta do iceberg – explicou.

Fonte: Redação FogãoNET e Canal do Napoleão de Almeida