A devolução dos R$ 400 mil pagos pelo Botafogo referentes à cláusula de renovação automática do contrato até 2017 pelo volante Willian Arão azedou de vez a relação com o clube. O presidente Carlos Eduardo Pereira prevê uma briga na justiça para ficar com o jogador, já que está prevista em contrato a tal cláusula – questionada juridicamente pelo jogador, pelo seu pai, Flávio Arão, e pelo Flamengo, clube com o qual o atleta estaria apalavrado.

– O Botafogo não é barriga de aluguel. Temos nossos direitos. Fizemos a nossa parte e exercemos a cláusula da continuação do contrato. A partir do momento que o jogador devolve o dinheiro, mostra que não quer ficar, mas vou dar a ele o benefício da dúvida. Nossas portas estão abertas para eles nos procurarem. Pelo visto, agora será uma batalha judicial – afirmou o presidente alvinegro ao site UOL.

Fonte: UOL