A parceria do Botafogo com a empresa alemã Puma está próxima do fim. O contrato termina no dia 31 e a tendência é que não permaneça vestindo o alvinegro nas temporadas seguintes. Foram 3 anos e R$ 15 milhões nos cofres do clube. No entanto, a companhia, que teve uma mudança no seu comando, não exerceu o direito contratual da renovação automática.

Com isso, algumas empresas já demonstraram interesse em vestir o Botafogo, como a Umbro, que tem uma dívida para receber do clube e poderia compor em um novo contrato, como fez com o Vasco. O ex-presidente Maurício Assumpção sondou o representante da empresa no Brasil, Vilson Hermes, presidente do Grupo Dass, que fabrica a marca inglesa.

A busca por novas receitas passa também pela renovação de contrato com a empresa Vita 44, que é o atual patrocinador máster do Botafogo e estampa as marcas Guaravita e Guaraviton nas camisas e shorts do futebol alvinegro. O acordo gerou R$ 25 milhões em receitas diversas para o clube.

Além dos patrocínios e fabricantes, o quadro de sócios está na pauta da nova diretoria. E o projeto sócio-torcedor é a meta a curto prazo para buscar novas receitas para o clube. Atualmente, o Botafogo ocupa o 19º lugar no Movimento por um Futebol Melhor, com pouco mais de 8.400 torcedores cadastrados. O Inter lidera com mais de 120 mil sócios.

Segundo o vice-presidente de Comunicação Social, Marcio Padilha, o Botafogo tem uma base cadastrada que pode render frutos efetivos para o clube. “Temos um número cinco vezes mais os que aderiram ao plano (40 mil potenciais). Vamos olhar este projeto com muito carinho. Além disso, vamos implantar uma nova categoria e o departamento administrativo está levantando a questão do sócio-contribuinte, que está prevista em Estatuto”, destacou Padilha.

Com a volta do Engenhão, a diretoria espera oferecer novos produtos e atrativos na busca pelo sócio.

Fonte: Terra