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Após vaia e pedido por reforços, jogadores reagem e festa do Botafogo vira vexame

Por: FogãoNET

Teve xingamentos, vaias e até gritos de “olé”. Nem parecia que o Botafogo tinha acabado de voltar para a Série A. Ainda sob a euforia pelo retorno à elite do futebol brasileiro, o Alvinegro jogou como se tivesse esquecido que o campeonato não acabou e se deixou envolver totalmente pelo Santa Cruz. Na derrota por 3 a 0 em pleno Nílton Santos, os jogadores foram de heróis a vilões.

— A gente está sofrendo vaia o ano todo. Quando não ganha, leva vaia. Quando termina o jogo empatado em 0 a 0 também leva vaia. É normal isso aí. Tem que escutar o torcedor que vem todo jogo, os sete mil — afirmou Willian Arão, que não gostou da reação da torcida e lembrou que, ao longo da Série B, as partidas com casa cheia foram raras: — Quando ganha é mole vir ao jogo, né?

O título, que estava encaminhado, ficou para depois. O Botafogo volta a campo na sexta-feira, contra o ABC, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Diante do mal-estar criado com a torcida, decidir fora de casa talvez seja o melhor caminho para o time.

— Estou acostumado (com as vaias). É normal. Quando ganha, é herói, o melhor em campo. Contra o América-MG, eu marquei gol e passei a ser considerado o melhor lateral-esquerdo do Brasil. Hoje (ontem), o time perdeu. Mas tudo bem. Eles têm todo o direito, têm que cobrar mesmo. Eu sou o mais experiente e estou acostumado com isso. Podem me vaiar — disse Thiago Carleto, que falhou e foi xingado em coro pelo torcedor.

A atuação do time deixou o torcedor não só irritado, mas também preocupado para o ano que vem, quando o Botafogo jogará a Série A. No final da partida, gritos de “Queremos jogador” formaram a trilha sonora do Nílton Santos. Ricardo Gomes procurou não criticar os torcedores:

— O torcedor é apaixonado. Já passou por várias fases. Isso é normal na nossa vida. Temos que ouvir, ficar calados, e jogarmos bem.

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