Wallyson e Tanque Ferreyra foram os nomes escolhidos pela diretoria e o então técnico Eduardo Hungaro para a campanha do Botafogo na Libertadores. O objetivo não foi cumprido com louvor, como já é sabido, e com a troca de comando a dupla sofre para ter uma oportunidade na equipe.

Quem mais tem sofrido com a chegada de Vanger Mancini é Tanque Ferreyra. Desde então, o argentino perdeu a vaga de no time titular e sequer é visto como uma boa opção para as partidas. Nos quatro jogos disputados até agora, o atacante foi titular apenas contra o São Paulo, ficando no banco de reservas nas demais partidas.

Wallyson tem tido mais chances que o companheiro, mas nada que salte os olhos. Assim como Tanque, ele foi titular contras o São Paulo. Como reserva, só não teve oportunidade contra o Internacional, no Maracanã. Por outro lado, só entra nos 15 minutos finais. Ele até deixou sua marca na goleada contra o Criciúma, mas está em baixa com a comissão técnica.

Prova disso ocorreu no treinamento do último domingo. Sem poder contar com Daniel, Tanque Ferreyra e Wallyson sequer foram testados entre os titulares. Até mesmo Sassá, que voltou ao Botafogo recentemente após empréstimo junto ao Oeste, foi utilizado na vaga de Zeballos em parte da atividade.

Desde sua chegada, o técnico Vagner Mancini se mostrou apto a uma forma de jogo: com bastante velocidade. Desta forma, Tanque Ferreyra não se encaixa nesse perfil e é visto como alternativa para um momento de ‘abafa’ e cruzamentos na área.

“Nenhum jogador está barrado no Botafogo. Todos terão oportunidades, basta mostrar o que preciso nos treinamentos. Nem Tanque Ferreyra nem nenhum outro atleta estão definitivamente barrados. Estou escalando de acordo com o que acho que tenho de melhor”, disse.

O Botafogo só voltará a campo na quarta-feira quando visitará o Grêmio, no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Até lá, o Alvinegro se prepara com treinamentos e muito bate-papo. O clube soma apenas quatro pontos no Campeonato Brasileiro, após cinco jogos disputados.

Fonte: UOL