Linda a festa que a torcida do Botafogo fez no Nílton Santos.

Os jogadores corresponderam em campo. Dedicação e correria que foram fundamentais na sofrida vitória por 2 a 0 contra o fraco Nacional, do Paraguai.

A mudança de postura é simples de ser explicada. Basta analisar o que foi o Botafogo na primeira partida e o que foi o Botafogo do segundo jogo na Sul-Americana.

Não existe mágica no futebol.

Não existia afinidade entre o grupo e Marcos Paquetá. Quando derrubaram o técnico os jogadores sabiam exatamente o que estavam fazendo. Aliás, agiram por eles e pela diretoria que se omitiu quanto ao desentrosamento e a gritante insatisfação do elenco.

A aplicação do time com Zé Ricardo jamais foi vista sob comando de Paquetá. O resultado e a classificação não escondem a deficiência de um Botafogo frágil e pouco confiável.

O técnico melhorou o ambiente, levantou o astral do time e conseguiu a proeza de fazer Leo Valencia jogar futebol pela primeira vez desde que chegou ao Botafogo.

Fonte: Blog do Bruno Voloch - Gazeta Esportiva