Jair Ventura começa a montar o Botafogo à partir do quadrado João Paulo, Camilo, Montillo e Roger.
Um avanço e tanto, necessário até, para um coletivo que antes rodava em função de uma linha de três volantes que equilibrava e sustentava o sistema.
Agora o Botafogo precisará ser mais senhor de si, dono das ações.
Precisará da posse da bola.
E neste particular a presença do argentino ganha ainda mais importância.
Montillo terá liberdade para trabalhar por entre as linhas adversárias, descobrindo espaços para a transição ofensiva.
Mais ou menos como Seedorf na curta por General Severiano.
E com Camilo a auxilia-lo.
Restará ver, ao menos para mim, como o artilheiro Roger vai reaparecer.
O atacante que veio da Ponte Preta terá que mostrar mobilidade para facilitar as infiltrações dos meias.
A menos que a diretoria encontre uma boa opção de velocidade no ataque pelas pontas.
Ou que Jair Ventura consiga um pouco mais do serelepe Sassá.
A conferir…