Nem tudo está perdido na administração de Carlos Eduardo Pereira no Botafogo.
Na iminência de perder Willian Arão para o Flamengo, uma luz verde acende no fim do túnel.
O presidente, bem influenciado, dá sinais de finalmente querer usar o bom senso e se redimir.
O clube, assim como no passado recente, tem a solução para uma das deficiências do elenco dentro de casa e não sabe.
Ao invés de sair desesperado no mercado, a possibilidade de reintegrar Henrique, emprestado ao Coritiba, é longe a melhor alternativa para o ataque.
É difícil, mas compreensível, entender como o clube não pensou em reintegrar o jogador em 2016.
Henrique foi mal aproveitado pelo Botafogo no primeiro semestre e merece nova chance.
É muito mais jogador que Ronaldo, Navarro, Vinícius Tanque e Sassá. Todos eles juntos.
Luis Henrique requer cautela.
Por sinal, o Botafogo vai fazer um ótimo negócio não ficando com Navarro. O jogador tem algumas virtudes, mas está muito distante de ser considerado imprescindível.
O Botafogo não pode esquecer que irá jogar a primeira divisão em 2016.
Não custa literalmente nada pensar grande.
Errar uma vez é humano, errar duas vezes é burrice.