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No Botafogo, Danilo Barcelos fala de sua carreira e planeja jogar até os 38 anos

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Danilo Barcelos é apresentado pelo Botafogo
Vítor Silva/Botafogo

Natural de Coronel Fabriciano, cidade que deixa claro ser sua eterna casa, o lateral-esquerdo Danilo Barcelos, atualmente no Botafogo, decidiu passar o período da quarentena na cidade do Vale do Aço. Ao lado da esposa Lorena e dos filhos Sofhie e Benício, fixou morada temporária em seu apartamento, na área central da cidade, de onde só saia para manter a forma física, sob a orientação dos preparadores físicos Dalton Pinheiro e Caio Falcão. Foi a maneira para atenuar a perda da forma física pelo longo período de paralisação em função da pandemia da Covid-19.

Máscaras do FogãoNET para torcedores do FogãoNET durante a quarentena da pandemia do novo coronavírus (COVID-19)

A exemplo dos demais profissionais do clube carioca, Danilo tem reapresentação marcada para o início de maio para reiniciar os treinamentos, com o objetivo de encerrar a participação no Campeonato Carioca. Aos 28 anos, criado na base da Usipa, de onde saiu para as divisões de base do América-MG, comprado pelo Atlético-MG e emprestado pelo Galo à Ponte Preta (duas vezes), Sport Recife e Vasco, o jogador conseguiu a liberação definitiva do clube mineiro no fim do ano passado e assinou contrato de dois anos com o Botafogo, onde diz estar se sentindo à vontade e com enorme entusiasmo para galgar novos degraus na carreira. Sobre o seu momento, o histórico da carreira e planos futuros, o lateral concedeu entrevista ao Diário do Aço.

Vasco

Sobre sua recente passagem pelo Vasco, onde foi treinado por Vanderlei Luxemburgo, Danilo afirma que foi um momento marcante, muito importante em sua carreira. Teve projeção nacional por tudo que o Vasco representa e afirma ter evoluído ainda mais em sua carreira.

“Um grande treinador de respeito, aprendi muito certamente e ele foi muito importante também para o clube. Muito exigente, mas competente. As suas preleções são muito interessantes, importantes mesmo”, afirmou o jogador. O fato de não ter ficado no Vasco após ser liberado pelo Galo refere-se à oportunidade de mercado e pelas dificuldades financeiras do clube de São Januário e a porta que se abriu no Botafogo, “outro grande clube do futebol brasileiro”.

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Futuro

Sempre enfatizando que foca em um futuro melhor para a família, Danilo afirma que pretende atuar até os 38 anos de idade.

“Vamos ver como o corpo suporta. Em nome de Jesus chegaremos lá”, afirmou. Após pendurar as chuteiras, conta que pretende continuar no futebol em alguma outra função. “Vamos ver o que o futuro nos reserva”.

Sobre a possibilidade de retornar a morar na região ele é enfático. “Morar no Vale do Aço, também estamos pensando bem nisso. Minha cidade me faz muito bem. Amamos Coronel Fabriciano”.

Amor à profissão

Indagado se incentivaria o filho Benício a ser jogador de futebol, também não teve dúvidas em responder. “É algo que amo, tem muitas coisas boas, se ele gostar irei apoiá-lo”.

Em relação aos amigos que conquistou ao longo da profissão, cita que são dois: o volante Richely e o atacante Elber, que inclusive são padrinhos de casamento. A todo momento afirma, também, que por meio do futebol pode e poderá proporcionar uma vida melhor para a família.

“Nós jogadores convivemos com muita gente, daí precisarmos dar valor à profissão, atuar com amor. Precisamos crescer, evoluir e, graças a Deus, sou um cara que aprendeu muito com isso”, diz Danilo em outra fala nítida de quem abraçou a profissão com dedicação e busca se empenhar ao máximo para evoluir, valorizando cada momento, seja de glamour ou não.

Momentos marcantes

Os gols na final do Campeonato Mineiro de 2016 com a camisa do América, fundamentais para a conquista do Estadual pelo Coelho (que inclusive o projetaram a ponto de ser comprado pelo Atlético, adversário daquela decisão), foram os momentos, em campo, inesquecíveis para Danilo.

Tendo trabalhado com diversos treinadores, perguntado se tem algum ou alguns em especial, cita Eduardo Batista, no Sport, em 2014 e 2016, além de Alberto Valentim, no Vasco ano passado e no Botafogo este ano, bem como Roger Machado no Atlético, em 2017. “Todos contribuíram muito para minha evolução, especialmente o Eduardo no Sport, meu primeiro ano de Série A de Brasileiro”.

O estádio dos sonhos em que atuou é mesmo o Maracanã, objetivo de grande parte dos jogadores de futebol profissional mundo afora. O melhor gramado, o do Beira Rio, estádio do Internacional, em Porto Alegre.

Uma cidade para não ser esquecida e sempre visitada? Campinas, não só pelas duas passagens pela Ponte Preta, mas todo o charme e opções de um grande centro que possui. “Amamos Campinas, por tudo que vivemos por lá”, completa o lateral, que vislumbra o ápice da carreira nesses dois anos de contrato com o Botafogo.

Fonte: Diário do Aço

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