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Botafogo: Montenegro não é a favor do fim dos Estaduais e propõe solução

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Carlos Augusto Montenegro fala sobre possível chegada de irmãos Moreira Salles ao Botafogo
Reprodução/BandSports

Devido à polêmica instaurada após o presidente Jair Bolsonaro assinar a Medida Provisória 984/2020, já se fala em fim do Campeonato Carioca. A confusão se deu porque o Flamengo transmitiu o jogo com o Boavista na Fla TV, com anuência da Ferj segundo o regulamento, e a TV Globo rompeu o contrato de transmissão para este ano e para os próximos.

Sem a principal receita dos clubes, que gera ainda percentual à Federação, muitos viram o caso como um tiro no pé da Ferj e dos pequenos.

Em entrevista ao Pop Bola, o ex-presidente do Botafogo, Carlos Augusto Montenegro, defendeu que os Estaduais não devem acabar, mas sim mudar.

– Talvez não seja caminho para o fim, mas para negociar formatos diferentes, com menos datas. Com essa pandemia perdemos oportunidade de ouro de mudar o calendário brasileiro, ainda dá tempo de forçar. Poderia começar no fim de agosto, com tempo para os Estaduais terminarem este ano. Faz de agosto a maio, com calma, parando dez dias no Natal e Ano Novo, cinco dias no Carnaval, deixando dois meses para o Estadual e as férias no meio do ano. Entraríamos no primeiro do mundo em relação a calendário, não teríamos problemas de vendas nas janelas que não são coincidentes, de jogadores convocados e perderem jogos dos seus times. Estamos na contramão do mundo – reclamou Montenegro.

‘Estaduais devem ser mais rentáveis’

– O pessoal é muito ligado ao passado, coisa cartorial. São 27 federações e 20 clubes que votam para a presidência da CBF. Federação do Acre, Tocantins, Amapá, tem mais importância que Botafogo, Fluminense, Vasco, Corinthians. Federações importantíssimas, que fizeram o futebol brasileiro ser o que é. O Brasil precisa dos Estaduais, não pode matar clubes menores, importantes para as suas cidades, fomentadores, trazem bons jogadores aos clubes maiores. Não sou a favor do fim dos Estaduais, sou a favor de serem menores e mais rentáveis. Que deem chances aos menores de participarem de Séries C, D e até E, se possível, e à Copa do Brasil – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e Pop Bola

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